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Por denúncias, "JN" tem edição de 1h20min; novela das 9 começa quase às 10

Estevam Avellar/Divulgação/TV Globo
William Bonner e Renata Vasconcellos no cenário do "Jornal Nacional" Imagem: Estevam Avellar/Divulgação/TV Globo

Do UOL, em São Paulo

13/04/2017 21h55

Recheado de denúncias envolvendo políticos e empresários na operação Lava Jato, o "Jornal Nacional", da Globo, apresentou na noite desta quinta-feira (13) edição de 1h20min de duração, ou cerca de 30 minutos a mais do que o normal. Com isso, a grade de programação da emissora foi alterada e a novela das nove, "A Força do Querer", começou quase às 10 da noite.

O "JN" exibiu reportagens com os depoimentos (em áudio e vídeo) de ex-executivos da construtora Odebrecht, que denunciaram esquemas de corrupção, e citaram nomes de políticos importantes como Michel Temer (PMDB), Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Dilma Roussef (PT), Aécio Neves (PSDB), José Serra (PSDB), Luiz Fernando Pezão (PMDB) e Eduardo Paes (PMDB), entre outros.

Esses políticos ou foram citados nas delações ou fazem parte da lista do ministro Edson Fachin, do STF (Supremo Tribunal Federal), que deu sinal verde a investigações contra 76 nomes importantes do mundo político, incluindo oito ministros, 24 senadores, 39 deputados e três governadores.

O noticiário da Globo terminou às 21h50 com uma mensagem de incentivo aos brasileiros dizendo que a corrupção "tem um custo alto", mas que "o Brasil não pode parar e precisa caminhar ao lado das investigações" da Lava Jato. 

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