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Famosos postam mensagens condenando o preconceito contra os gays pelo mundo

João Miguel Júnior/TV Globo
Imagem: João Miguel Júnior/TV Globo

Colaboração para o UOL

07/05/2017 16h49

Famosos como Paolla Oliveira, Cauã Reymond, Mariana Ximenes, Monica Martelli e Juliano Cazarré usaram o Instagram neste domingo, 7, para condenar o preconceito contra gays pelo mundo. Nas postagens, eles citaram locais como a Rússia e o território da Chechênia, em que se relacionar com alguém do mesmo sexo é alvo de punições.

Leandra Leal publicou uma foto beijando Mariana Ximenes no filme "O Uivo da Gaita". "No dia do silêncio, holofotes contra quem tenta silenciar o amor! Sejamos nós, o país que mais mata LGBT no mundo, ou o governo russo, que tenta calar com prisões, campos de concentração e tortura física e psicológica. Não se cale!", escreveu a atriz.

"Amar é lindo. Amar é livre. Mas em alguns lugares do mundo essa é uma condição limitada. Na Rússia, existem leis que proíbem a homossexualidade e qualquer manifestação em defesa da liberdade sexual. Em locais como a Chechênia, há relatos de campos de concentração para onde os gays são levados e torturados", escreveu Paolla Oliveira.

"Hoje, no Dia do Silêncio, vamos fazer um protesto virtual", explicou Mariana Ximenes.

"Hoje é dia de manifestar seu apoio a um lugar onde as manifestações foram proibidas por lei. Vamos apoiar toda comunidade LBGTQ que sofre apenas por ser quem é", escreveu Monica.

"Peço licença aos amigos Matheus Solano e Thiago Fragoso para usar esse momento histórico da televisão brasileira e protestar contra a repressão, violência e arbitrariedade que os gays sofrem na Rússia. O Brasil não fica atrás, somos o país que mais mata gays e trans no mundo todo. Isso tem que parar", escreveu o ator, que ilustrou o protesto com uma foto dos personagens Félix e Niko, que se beijaram no final da novela "Amor à vida", protagonizando assim o primeiro gay em novelas da Globo.

"Tem gente morrendo e sendo torturada na Rússia apenas por ser quem é. Homossexuais são reprimidos, enviados a campos de concentração e outros absurdos que nem temos conhecimento. Hoje é #DiaDoSilêncio, mas vamos dar voz a um movimento chamado #Kiss4LGBTQrights", pediu Cauã Reymond.

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