Novelas

Ary Fontoura relembra cuspe em Claudia Raia em novela: "Pedi desculpas"

Montagem/Reprodução/TV Globo
Ary Fontoura cospe em Claudia Raia em cena da novela "A Favorita" (2008) Imagem: Montagem/Reprodução/TV Globo

Colaboração para o UOL

18/07/2017 15h32

Ary Fontoura reviu sua carreira de 52 anos na Globo no "Video Show" desta terça-feira (18). O ator relembrou uma das suas cenas recentes mais marcantes e lembradas pelo público, quando interpretou Silveirinha em "A Favorita" (2008) e cuspiu em Donatella (Claudia Raia).

"Uma cena difícil, e fizemos de primeira. No ensaio eu fiz exatamente isso, cuspi na cara dela. Pedi desculpas, parecia que eu estava gravando já", recordou.

O veterano, que disse se considerar "móveis e utensílios" da emissora pelo tempo de casa, falou da censura que os programas de TV sofriam durante o Regime Militar (1964-1985) ao revisitar cenas da novela "O Espigão", de 1974, na qual vivia o professor Baltazar.

"Eu considero esse personagem um dos melhores que o Dias (Gomes, autor) me deu, é um dos que mais gosto e dos mais difíceis de fazer. Ele cortava o cabelo das mulheres e guardava atrás do guarda-roupa com a data e tudo, era uma tara. Fiz uma série de novelas do horário das 22h, que era um horário que a censura permitia (ousar). Vivíamos na Ditadura, era difícil passar pela censura". recorda.

Reprodução/TV Globo
Ary Fontoura participa do "Vídeo Show" Imagem: Reprodução/TV Globo
Fontoura contou como era fazer cenas caindo da escada, caso de "Saramandaia" (1976), na qual interpretava Aristóbulo, que se transformava em lobisomem: "Dava muito trabalho. Você jogava um saco de cimento no chão, fechava as narinas com algodão e se mexia como um cachorro. Precisava gostar do que estava fazendo, e eu adorava. Não me lembro de ter feito nada aborrecido".

Outro personagem marcante foi o pão duro Nonô Corrêa de "Amor Com Amor se Paga" (1984). "Essa novela das 6h teve uma audiência como se fosse do horário nobre, e até hoje quando passo nas ruas me chamam pelo personagem. Se eu fosse mudar meu nome, seria para Nonô".

Feliz com sua carreira, Ary não se imagina em outra profissão. "Sou felizardo. Sou pago para me divertir e para divertir os outros. Desde criança gosto muito disso disso e sabia que era o que queria fazer. É um meio de vida, não de morte", comemora o ator, de 84 anos.

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