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"Na delegacia, Emilly disse que eu a agredi todos os dias", diz Marcos

Edu Moraes/Record TV
Marcos Harter participa do "Programa do Porchat" Imagem: Edu Moraes/Record TV

Colaboração para o UOL

02/08/2017 07h57

Marcos Harter falou bastante sobre sua expulsão do "Big Brother Brasil 17" após a acusação de ter agredido Emilly, que venceu o programa. O cirurgião plástico foi ao "Programa do Porchat" desta terça-feira (1º) e contou sua versão de como tudo aconteceu.

"Eu já estava achando a Emilly um pouco estranha algumas horas antes. Quando voltou do confessionário, perguntou:  'o que é considerado agressão física?'. Daí me chamaram dizendo que tinha configurado agressão e que seria expulso. Perguntei: 'e a Emilly?', disseram: 'ela concordou', Ela sabia que eu seria expulso".

Ele acredita que esta é a razão para a Globo não ter exibido sua saída após o confessionário. "Acho que foi correta (a expulsão), mas não da forma como aconteceu. Tem a fita. A Globo mostra a gravação do (Michel) Temer, porque não mostra a da Emilly?", diz.

"Não bati, não teve agressão física, ela me segurou também, eu estava todo arranhado, tenho várias marcas de unha. Não via isso como normal, mas acontecia".

Fatores externos como as acusações de mulheres contra José Mayer e o cantor Victor, da dupla com Leo, contribuíram, acredita. "Muita gente não assistia e aí rolou: 'você viu o que aconteceu no 'Big Brother'? O cara agrediu a menina'. Aconteceu a (campanha) 'Mexeu com uma, mexeu com todas' e a Globo teve que tomar uma iniciativa",avalia.

Marcos não mantem contato com a ex. "Se a Emilly discordasse totalmente do que aconteceu, ela teria negado quando a chamaram para fazer um laudo médico, e na delegacia ela não teria dito que eu a agredi todos os dias de forma velada e intencional. Teve um momento que o dinheiro falou mais alto para ela", afirma.

Ele acredita que a emissora teve prejuízo com sua saída. "A Globo perdeu muito dinheiro, pois cada paredão gera muita renda para ela. Mas o apelo, o clamor emocional pela minha saída os fez abrir mão do paredão", palpita.

Ao contrário de outros ex-BBBs que ganham a vida fazendo presença em casas noturnas, Marcos já tem quase o valor que receberia no reality show. "Cirurgião ganha dinheiro com a cirurgia. As consultas que não seriam convertidas em cirurgia me atrapalhavam, então aumentamos o valor da consulta mas, se operasse abatia com ele, o valor. Fazia 13, 15 cirurgias por mês, agora passa de 30. O valor mais que dobrou.", diz, contando já ter acumulado o valor do prêmio, de R$ 1,5 milhão.

O ex-BBB nega ser machista. "Tenho colegas cirurgiãs excelentes, minha advogada é mulher... Se eu fosse machista não teria negócios com mulheres. Em muitas situações as maiores machistas são elas: procuram um cirurgião plástico, vão a um homem ginecologista...", avalia.

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