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Após malária, Tony Salles quer aumentar a família: "Um bebê logo"

Reprodução/TV Record
Ao programa "Gugu", Tony Salles conta que entrou em desespero ao saber que iria ser operado Imagem: Reprodução/TV Record

Colaboração para o UOL

24/08/2017 07h59

Tony Salles falou sobre os momentos de desespero quando ficou 14 dias internado por conta de uma malária contraída na África, em junho. Em entrevista a Gugu, o vocalista do grupo Parangolé diz como se passaram os dias até que a descoberta de que estava doente e que precisava se submeter a uma cirurgia urgente.

"Ou fui infectado dentro do quarto do hotel ou no aeroporto, onde dizem ter um foco grande. Picada de mosquito senti muito por lá, mas nem imaginava que podia ser o da malária. Voltei ao Brasil para fazer a final (da primeira temporada) do 'Dancing Brasil' e não senti nada. Tinha uma folga de dez dias marcada e viajei com a família para os Estados Unidos", recorda.

Ele precisou voltar antes por conta de um show. "Cheguei no aeroporto, não sentia nada. Quando pisei lá, comecei a sentir febre, uma dor de cabeça insuportável, que eu nunca tinha sentido na vida. Não tinha tempo de parar no hospital para analisar antes do show, então ia tomar remédio para gripe. Cantei a maior parte do tempo achando que a cabeça ia explodir", confessa, narrando os sintomas.

"Dores no corpo, nas juntas... Achei que era Zika e decidi ir pro hospital. Lá, a primeira pergunta foi onde eu estava. Quando respondi 'África', disseram ser malária ou febre amarela", relembra, contando o quanto os dias seguintes foram difíceis."Já tinha ouvido falar, mas não sabia os danos que a malária causava. Teve momentos que eu comecei a parar de respirar porque tinha água no pulmão. Pensei que ia morrer. Nos exames tinha dado rompimento do gastro e que eu tinha que fazer uma cirurgia urgente. Quando ouvi 'urgente', me balançou. Lembro do médico me acalmando, pegando no meu braço e dizendo que ia dar tudo certo".

A situação fortaleceu a espiritualidade de Tony. "Essa doença serviu muito para mostrar que minha fé era maior do que eu imaginava. Todos diziam que eu ia sair de lá numa boa e isso ia me fortalecendo. A Scheila explicou a Giulia que o pai estava no hospital se cuidando. Foi Deus que me tirou de lá e me curou. Comecei a dar valor a tudo quando voltei para casa".

Agora, o cantor só pensa em aumentar a família, já que a filha chegou aos 7 anos. "Quero um bebê logo, logo, por favor. A Giulia está crescendo e cobra muito. É algo que vai chegar para engrandecer a família e acrescentar", acredita.

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