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Rafa Ilha diz que usou 70 pedras de crack em um dia: "Tomei raiva da droga"

Colaboração para o UOL

31/08/2017 08h09

Rafael Ilha revisitou seu passado com drogas no "Superpop" de quarta-feira (30). Ao lado da mulher, Aline, o ex-Polegar contou quais os momentos mais difíceis da dependência e o que fez para sair do fundo do poço.

Reprodução/RedeTV!
O ex-Polegar Rafael Ilha participa do "Superpop" e lembra do vício em drogas Imagem: Reprodução/RedeTV!
"Cheguei a fumar mais de 70 pedras de crack em um dia, porque o corpo vai aumentando a resistência. A droga me levou a praticar pequenos furtos, a participar do tráfico para sustentar meu vício. Morei seis meses embaixo da ponte, dormindo em um papelão", recorda.

"A droga me trouxe muito sofrimento, como traz para qualquer usuário. Tive nove overdoses, uma delas em cima de uma moto, e quatro paradas cardíacas. Não tenho medo de ter recaída, tomei muita raiva da droga depois de tudo que passei. Lembro de dormir debaixo da ponte, minha família destruída, abandonar meu trabalho... ", continua.

Houve até tentativa de suicídio. "Tinha consciência do mal que estava me fazendo. Um dia pensei: 'ou eu morro ou me trato', e eu não morria. Fui para um hotel com 30, 40 pedras de crack e um revólver. Fumava e não morria. Lembrei do telefone de um delegado do Denarc, Carlos Magno, liguei e falei: 'tem 10 minutos, se o senhor não chegar, eu vou estar morto'. Fui internado compulsoriamente, fiquei um ano e meio lá. Perdi 13 anos da minha vida", lamenta.

Até Cristiana Oliveira, com quem namorou no início da carreira, sofreu por causa da dependência química dele. "Ela falou: 'as drogas ou eu', mandei ela arrumar as malas e ir embora. Coloquei a Cristiana para fora de casa às 3h da manhã. Eu estava no auge da dependência, ela já tinha acompanhado uma internação minha, eu ficava cheirando, tinha muitas convulsões. Naquele momento não me arrependi, porque meu grande amor na época eram as drogas".

O ex-Polegar lembrou que o apresentador Fausto Silva se sensibilizou com sua situação. "Faustão me ajudou muito quando eu usava cocaína injetável, há mais de 20 anos. Eu estava muito machucado e a produção dele ligou oferecendo a melhor clínica do país na época. A produção foi me buscar, custava R$ 15 mil um quarto com dois beliches para quatro pessoas. O Faustão ajuda muita gente, ninguém ficou sabendo de nada".

Rafael diz ter aprendido a lição. "Não tinha medo de morrer, hoje tenho bastante. Eu tenho uma família linda, um filho de 14 anos, outra de 2. Acho que Deus não estaria me abençoando tanto, me dado a vitória sobre o vicio, se eu já não tivesse pago à Justiça divina pelo que fiz".

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