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Carol Dias explica sua saída do "Pânico": "Me deixava sufocada, magoada"

Reprodução/Youtube Carol Dias
Carol disse que não via expectativa de crescer dentro do programa Imagem: Reprodução/Youtube Carol Dias

Do UOL, em São Paulo

26/09/2017 16h58

A modelo Carol Dias abriu o jogo sobre a sua saída do “Pânico na Band” em seu canal no Youtube e contou que se sentia magoada com ter que gravar alguns quadros propostos pela direção da atração.

“O programa veio com algumas propostas de quadro que eu me perguntava: ‘Será que é essa imagem que eu quero que as pessoas vejam, será que é legal para mim?’ A mulher hoje é independente, guerreira, que corre atrás, informada... Tem esse negócio de 'panifraca', de ficar humilhando, as meninas tão lá batalhando, elas não são fracas. E começou a pesar muito para mim. Algumas coisas que a gente gravava me deixavam muito estressada no sentido de sufocada, magoada, eu chorava às vezes. Ali é um ritmo acelerado e todo mundo tem seus dias ruins, mas você não pode sair por aí dando patada nas pessoas. Sentia muita pressão, não por culpa do ‘Pânico’, mas das pessoas. As meninas entram lá de um jeito e saem de outro, é a pressão da televisão”.

Ainda no vídeo, a modelo disse também que estudou e se preparou para tentar mostrar um perfil além do que era mostrado na TV – de biquíni e rebolando –, mas não conseguiu enxergar que teria mais oportunidades.

“Quando você entra numa empresa, você tem uma hierarquia, você vai estudando, se aperfeiçoando, amadurecendo para estar preparado para um cargo novo, mas eu não via isso. Não via motivação, fazia tudo certo, tentava fazer o meu melhor, mas não via um crescimento, não estava evoluindo e isso me preocupava”.

A ex-panicat relata ainda que chegou a desenvolver síndrome do pânico por não saber lidar muito bem com a pressão em relação à imagem que as meninas tinham que passar.

“Comecei a me tornar uma pessoa neurótica. Já falei na mídia sobre a minha síndrome do pânico, e foi por excesso vaidade, queria ficar magra, linda, queria a todo custo ser uma pessoa que na verdade não importava para mim. Aos poucos, fui deixando isso suave, leve e para lá. Fui focar nos meus estudos e projetos. Nunca liguei para status, festas, não frequento lugar assim, não faço questão, sempre me baseei na educação que eu tive de ser a menina simples que eu era, dar valor à família”.

Apesar do desabafo, Carol contou que tem orgulho de ter feito parte do programa.

“Sou extremamente grata ao Pânico porque eles criaram a Carol Dias assim, aprendi muito, me tornei uma pessoa que se divertia, que ria, mas chega uma hora que a gente tem que buscar o que a gente procura”.

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