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Menos de dois meses após dar à luz, Karina Bacchi conta que já perdeu 16 kg

Reprodução/Instagram
Karina Bacchi com o filho, Enrico Imagem: Reprodução/Instagram

Colaboração para o UOL

03/10/2017 12h26

Desde o nascimento de Enrico, seu primeiro filho, Karina Bacchi tem usado sua conta no Instagram para contar aos fãs como está sua rotina após a chegada do garotinho. Nesta terça-feira (3), ela contou que, menos de 2 meses depois do parto, já eliminou 16 kg.

"Quase 2 meses pós-parto, Enrico crescendo forte, saudável. Eu muito feliz, já no meu processo de emagrecimento. Já são 16 kg a menos dos 20 que ganhei na gestação. As meninas me perguntam qual a minha dieta. A dieta da amamentação está sendo a mais eficaz.  É claro que estou procurando a me alimentar de forma saudável, agora que voltei, que estou em casa, fica bem mais fácil, para passar bons nutrientes para o Enrico, já que ele mama e muito", entregou ela.

Em outro vídeo, ela comemorou o fato de agora poder voltar a malhar, mas disse que não é possível ser como era antes de ter bebê.  "Quem me acompanha sabe que o parto dele foi cesárea, ele ficou sentadinho. Então tive que ter alguns cuidados a mais pós-gestação. Não estava liberada para fazer exercícios, mas agora eu posso. Porém, apesar de poder, não tenho todo esse tempo que tinha antes. Enrico mama a cada 2 horas e meia, tenho que deixar leite armazenado para ele para poder ir à academia. Então aproveito o tempo que estou em casa para ter meus cuidados também, já que nesse processo de emagrecimento tive várias amigas que acabaram ficando com estrias, apesar de não ter tido na gestação, estou tendo cuidados extras agora", disse. 

Karina deu à luz em agosto, em Miami, nos Estados Unidos. O menino é fruto de uma produção independente da apresentadora, que engravidou após fazer uma fertilização in vitro de um doador de sêmen.

"Fui atrás dos bancos de doadores que minhas médicas indicaram, no Brasil e no exterior. Fora vi que tinha mais dados do doador, então optei por uma empresa de fora para ter informações não só físicas, mas dos familiares. Você vê fotos da infância e adolescência do doador, ouve até a entrevista dele. Procurei características que se identificassem comigo, não só fisicamente, mas de gostos, valores...", contou ela.

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