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"Não tenho haters, só recebo amor na internet", diz Bruna Lombardi

Divulgação
Bruna Lombardi comenta que nunca sofreu ataques na web: "A gente não veio ao mundo para odiar" Imagem: Divulgação

Colaboração para o UOL

11/10/2017 08h48

Bruna Lombardi falou sobre sua relação com o mundo virtual e a boa forma aos 65 anos no "Conversa com Bial" de terça-feira (10). A atriz, que pode ser vista aos domingos na série "A Vida Secreta dos Casais", na HBO, afirma que não enfrenta dissabores nas redes sociais.

"Só recebo amor na internet. Leio todas as mensagens, são inúmeras", afirma, para surpresa do apresentador, que comenta o ódio destilado por quem está atrás de uma tela digitando. "O ódio é parte da vida, mas é uma distorção do amor. A gente não veio ao mundo para odiar. Vamos nos perdendo no caminho e acumulamos dores, mágoas, bullying, insegurança", analisa.

E como evitar ser odiada, então? "Você provoca a possibilidade de a pessoa ter uma coisa boa dentro dela e reagir a essa coisa boa. Não tive experiência ainda com haters. Já tive na vida, mas encarei as pessoas que me fizeram mal. Não revidei, tentei fazer com que a gente se entendesse de alguma maneira", recorda.

Ela afirma que não marca há quantos anos está casada com Carlos Alberto Riccelli, por exemplo. "A gente nunca fez as contas, não tem número na nossa casa. Nosso amor é uma força da natureza. Enquanto está bom, tem que ficar".

Bruna lida bem com a chegada da idade. "Sou fã do tempo, acho uma coisa generosa. Ele ensina, resolve. Quando você dialoga com o universo, o tempo é um grande aliado sim. É através dele que você descobre as coisas". Por isso, a atriz nem se preocupa em correr contra ele.

"Lutar contra o tempo causa um desgaste. É como a água: se você luta, se afoga; se relaxa, ela te transporta. Sempre que uma relação na vida enrijece e fica inflexível, provoca desgaste, A fluidez, ao contrário", filosofa.

Entre os elementos que fazem Bruna parecer mais jovem é a alimentação. "Há muitos anos não como carne vermelha. Sei a quantidade de hormônios que injetam nos bichos, fora a forma como os matam. A gente fala para as pessoas comerem orgânicos porque, quanto mais tiver essa consciência, o preço abaixa. Acredito até em hortas comunitárias. Existem muitos países do mundo que elas funcionam", defende.

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