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"A classe média babaca tem preconceito com pobre", detona Lucélia Santos

Edu Moraes/Record TV
Lucélia Santos no "Programa do Porchat" Imagem: Edu Moraes/Record TV

Colaboração para o UOL

24/10/2017 08h43

Lucélia Santos contou o que tem feito fora da TV no "Programa do Porchat" de segunda-feira (23). A atriz, imortalizada por ter protagonizado "A Escrava Isaura" em 1976, comentou como é ainda falar da novela 41 anos depois.

"Não tenho problema quanto a isso, mas já passou algum tempo, fiz outras coisas, fica parecendo uma peça de museu, em desuso", analisa, dizendo não saber o que a faz estar fora do ar - seu último trabalho foi uma ligeira participação em um episódio do seriado "Vai que Cola", do Multishow, no ano passado.

"Não tenho a menor ideia, não sei responder. Estou tão ficada no cinema e teatro. Na TV eu não sou dona, infelizmente, se não saberia o que fazer comigo", justifica. Enquanto isso, ela cuida das plantas onde mora e se dedica à limpeza da casa.

"Tenho mania de limpeza, sou uma das melhores faxineiras do Brasil. Tenho o maior orgulho. Faço tudo, só não cozinho bem: lavo, passo roupa, limpo tapete, banheiro... Uma coisa que tenho adorado fazer é jardinagem. Não sou uma pessoa urbana, gosto de mato. Vivo com o pé na terra, sou da roça. Planto abacate, jogo as sementinhas, falo com as plantas. Se você reparar, ela responde", garante.

No auge do sucesso, Lucélia se dividia entre dar atenção aos fãs pelo mundo e cuidar do filho, Pedro Neschling. "Sempre trabalhei muito e tinha esse problema que me acompanhava: se estava sendo ou não uma boa mãe, se estava suprindo as necessidades dele... O Pedro vivia comigo nas coxias, não tinha muito como escapar de ser ator ou do meio artístico. Fui mais de 27 vezes na China, e sempre que pôde ele me acompanhou".

Hoje em dia a atriz leva uma vida simples. "Pego metrô, aqueles ônibus ruins do Rio de Janeiro, é puxado. O Brasil tem que tomar vergonha na cara e construir transporte coletivo de qualidade para a população. As pessoas não merecem passar pelo que passam e eu sei do que estou falando", reclama.

Ela manda um recado para quem a critica por usar transporte público. "A gente tem que se misturar, não aguento essa classe média babaca em seus carros blindados. E não vem me dizer que é medo de ser assaltado, é preconceito de pobre. É uma mentalidade que precisa ser mudada". 

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