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Joseval Peixoto deixa SBT e Carlos Nascimento assume jornal com Sheherazade

Lourival Ribeiro/SBT
Joseval Peixoto, Rachel Sheherazade e Carlos Nascimento no Troféu Imprensa ao lado de Silvio Santos Imagem: Lourival Ribeiro/SBT

Do UOL, em São Paulo

19/12/2017 16h30

O SBT anunciou nesta terça-feira (19) a saída do jornalista Joseval Peixoto, que apresentava o "SBT Brasil" desde 2011. Segundo a emissora, o profissional decidiu não renovar seu contrato e deixou seu emprego em comum acordo, "somado ao período de reestruturação pelo qual o SBT passa", com centenas de cortes e demissões em 2017.

"O âncora do 'SBT Brasil' tomou esta decisão por sua própria vontade de encerrar as atividades na bancada, somado ao período de reestruturação pelo qual o SBT passa, optando por deixar a casa em dezembro, mesmo período em que terminam suas obrigações contratuais", informou a rede de Silvio Santos em comunicado à imprensa.

"Eu já estava planejando parar em maio de 2018, pois achava que meu contrato venceria naquele mês. Quando verifiquei que termina agora em dezembro, resolvi me adiantar à direção", explicou o jornalista, que fica na emissora até o dia 30.

Joseval Peixoto será substituído por Carlos Nascimento, que já ocupava a bancada do "SBT Brasil" durante as folgas e férias do titular. Ele dividirá a apresentação com Rachel Sheherazade.

A saída de Joseval Peixoto foi antecipada por Flávio Ricco, colunista do UOL, em 9 de outubro. Segundo Mauricio Stycer, também do UOL, os cortes no SBT devem chegar a 100 pessoas. Na última sexta, durante a "festa da firma", Silvio Santos explicou aos funcionários sobre as demissões e prometeu não mandar ninguém embora em 2018.

"Eu só tenho colocado dinheiro nesses dois anos, porque nesse período as empresas só têm dado maus resultados. Se eu falar que as empresas perderam R$ 400 milhões, vocês vão achar que eu estou querendo provocar alarde. Mas são as informações que eu recebo. Ano passado e esse ano foram anos muitos ruins. E, por essa razão, os meus diretores me disseram que teríamos que fazer dispensas. E não é com alegria. Mas eles alegam que se não fizermos os cortes não vamos economizar essa importância. E se não economizarmos, nós vamos ter que fechar a empresa. Então é preferível sacrificar 50, 100 ou 150 pessoas do que sacrificar essa multidão que está aqui", justificou.

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