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"A gente tem que combater o racismo com autoestima", diz Luís Miranda

Reprodução/TV Globo
O ator Luis Miranda participa do "Domingão do Faustão" Imagem: Reprodução/TV Globo

Colaboração para o UOL, em São Paulo

24/12/2017 18h36

Luís Miranda e Dani Calabresa deram sua opinião sobre vários assuntos no quadro "Divã do Faustão" neste domingo (24). O ator não se conteve ao ouvir o relato de uma mulher do auditório cuja sogra não a aceita por ser negra e estava em dúvida se a chamava para a renovação dos votos de casamento.

"A gente viveu uma grande transformação no país este ano, pudemos ver os casos de racismo. A gente tem que combater com autoestima. Se ela não quis ir no seu casamento, você está aí linda, maravilhosa, feliz com seu marido", opinou. "A gente não pode ter vergonha. É hora de a gente pensar cada vez mais nesse momento. Tolerância, autoestima".

O apresentador também disse o que pensa. "Seja você da minoria que for, e no caso dos negros é maioria, tem que ter autoestima. Tendo consciência, você consegue virar esse jogo", disse, falando do comportamento nacional em seguida. "Um país, por falta de instrução, aumenta o preconceito com tudo: sexo da pessoa, religião, time de futebol... Os ladrões estão unidos e metendo a mão no Brasil, e todo mundo dividido".

Luís entrou no assunto. "A gente tem a responsabilidade de votar melhor. É preciso que a gente se una para votar no ficha limpa, nos 'não-corruptos', e não naqueles que estão há muitos anos e não fizeram porcaria nenhuma".

Erasmo também critica

O músico Erasmo Carlos fez uma pequena participação do quadro "Ding Dong" e também soltou o verbo sobre a atual situação do país: "Ninguém olhou no retrovisor e imaginou que o país ficaria como está. Antes havia esperança, hoje nem todos têm esperança e isso é muito triste. Se a gente não tiver esperança no ser humano, não adianta estar vivo. Se a gente não mudar o país que é nosso, ninguém vai mudar pela gente".

Aproveitando o clima de final do ano, o ícone da música brasileira também abriu o jogo sobre os momentos festivos: "Natal me provoca uma alegria triste. Nunca tive natal na minha casa, sempre passei na casa dos outros até os anos 70. Só em 1971 consegui reunir minha família, o que faço até hoje. É um momento de discussão, de saber se a gente está se conduzindo bem, se o amor da gente está se dando bastante ou não".
 

 

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