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Após Carnaval, Cleo Pires vai para retiro: "Vou sumir três dias"

Cleomir Tavares/Divulgação
Cleo Pires usa apenas adesivos nos seios em camarote no desfile das campeãs, no Rio Imagem: Cleomir Tavares/Divulgação

Colaboração para o UOL

19/02/2018 09h06

O Carnaval 2018 chegou ao fim, e Cleo Pires fez um balanço muito positivo da folia. Em seu Instagram, ela compartilhou alguns vídeos em que disse que não aproveitava tanto há muito tempo.

"Curti horrores esse Carnaval. Fazia muito tempo que eu não curtia assim. Foi muito bom estar na avenida com a minha família todo mundo junto", falou ela, que prestigiou um camarote da Sapucaí com um look ousado, com direito a adesivo nos seios.

Ela ainda avisou os fãs que irá passar alguns dias longe das redes sociais pois estará em um retiro.  E amanhã estou indo para uma imersão, que faz parte desse processo de autoconhecimento, uma espécie de retiro. Vou sumir uns três dias, mas não se assustem, estarei bem", avisou.

Ainda na gravação, ela contou que foi ao aniversário de seu sobrinho e que lá reencontrou várias pessoas importantes de sua infância, como sua ex-babá e seu namoradinho da infância.

"Hoje eu não queria sair de casa por nada. Estava aqui jogando o meu PS4. Apenas Martin, que fez 1 ano hoje, que é meu priminho,que eu digo que é meu sobrinho, pois sou muito mais velha que ele. Mais tia do que prima. E aí foi muito bom. Esmaguei ele, e ele grudou em mim, se atracou em mim, uma hora se encaixou aqui, apagou, dormiu. E eu vi muita gente. A Téia, que foi minha babá até os  meus 3, 4 anos. Mas a gente se fala até hoje, eu ia na casa dela até os 11 anos. O Bruno, filho dela, que era meu brother durante todos esses anos, namoradinho de infância, a gente aprontava muito na Pavuna e no Recreio, onde eu morava na minha infância. Foi muito bom", falou.

Logo em seguida, ela contou uma memória de seu tempo de criança. " Eu era moleque de rua, eu vivia na rua. Recreio, nessa época, não tinha nada. Tinham 3 casas na minha rua, as crianças viviam na rua, e pessoal do Terreirão, que era a comunidade do lado. O Bruno, filho da Téia que estava sempre da gente, e Leandro, sobrinho de Téia. E aí, um desses amigos que morava na rua, o Pepê, Bruno tava me falando hoje que eu era muito autoritária, que tinha medo de mim. E aí a Téia falou que quando eles ficavam putos comigo eles falavam: 'bem feito que você nasceu mulher, porque quando você tiver filho vão cortar sua barriga para a criança sair' (risos). Gente, fiquei muito chocada que eles falavam isso para mim. E eu brigava de volta e falava: 'eu não vou ter filho'. Crianças loucas, né? Olha isso. Foi engraçado lembrar tudo isso", riu ela.