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"Qual É a Música"? Pablo "aparece" no "Tá no Ar" e é elogiado pelo original

Reprodução/TV Globo
Eduardo Sterblitch imita Pablo, do "Qual É a Música", no "Tá no Ar" Imagem: Reprodução/TV Globo

Do UOL, em São Paulo

21/02/2018 13h59

"Qual É a Música" na Globo? Pablo, personagem que dublava músicas com o rosto pintado no programa do SBT, foi lembrado no "Tá no Ar" da última terça-feira (20). A exibição durou apenas dois segundos, mas surpreendeu os telespectadores e foi elogiada pelo intérprete original da atração de Silvio Santos nos anos 80.

O humorístico não citou nominalmente Pablo, mas nem precisava pela imitação perfeita do dublador do "Qual É a Música". Em dois segundos de vídeo, Eduardo Sterblitch dublou "Garota Dourada", hit de 1982 do Rádio Táxi, usando peruca loira, pintura no rosto e até um microfone do SBT. Impossível não ser Pablo, não é?

Procurado pelo UOL, o Pablo original, Augusto Rodríguez, elogiou a caracterização de Sterblitch, mas achou o rosto exagerado. "Legal, né? Mas muita pintura", disse o intérprete. Os desenhos coloridos foram inspirados no artista plástico Romero Britto.

A aparição relâmpago de Pablo no "Tá no Ar" foi ao ar após outra piada com o SBT, "Domingo Pesado", sátira ao "Domingo Legal", com Marcelo Adnet fazendo a voz de Gugu Liberato. No mesmo programa, o humorista imitou Silvio Santos cantando "Smells Like Teen Spirit", maior sucesso do Nirvana.

Montagem/Reprodução/SBT/Instagram/pablosbt
Augusto Rodriguez como Pablo no "Qual É a Música" e atualmente Imagem: Montagem/Reprodução/SBT/Instagram/pablosbt

Primeiro "Pablo", o espanhol Augusto Rodriguez trabalhou no "Qual É a Música" nos anos 80 e marcou pela interpretação carregada das canções. Ele foi dado como morto e portador do vírus HIV, mas superou os boatos e está muito vivo. Atualmente com 61 anos, faz shows em boates e cruzeiros pela Europa e costuma publicar fotos de suas viagens nas redes sociais.

O dublador chegou a voltar ao Brasil em 2012 e reencontrou Silvio Santos, mas não pensa em retornar ao país onde ganhou popularidade por sentir medo. "Voltei em 2012 e 2013, gravei programas, mas uma pena ter muita violência e falta de segurança. Amo o Brasil, mas não dá mais", lamentou Pablo em entrevista ao UOL, em julho de 2017.

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