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Atriz Júlia Almeida conta que sofre de epilepsia: "Vivi período de negação"

Reprodução/Instagram
A atriz Júlia Almeida Imagem: Reprodução/Instagram

Do UOL, no Rio

22/03/2018 11h05

Júlia Almeida acabou as gravações de "Tempo de Amar" e embarca em breve para Londres, onde mora desde 2012 com o inglês Sebastian Bailey. Antes, ela participa na segunda-feira (26) de um debate aberto sobre epilepsia com participação de especialistas entre eles, o médico Paulo Niemeyer e mediação de Patrícia Poeta.

A atriz, filha do autor Manoel Carlos, sofre da "condição neurológica", como prefere chamar, desde a infância.

"Recebi o diagnóstico aos oito anos de idade, depois de ter tido convulsões e meningite. Aí, fiquei a vida toda bem e, oito anos atrás, as crises voltaram", contou ela à coluna de Marina Caruso do Jornal O Globo desta quinta-feira.

Ela contou que só agora, aos 35, se sentiu preparada para falar e combater o preconceito.

"Vivi um período de negação...A epilepsia é um curto-circuito no cérebro que pode ser atenuado com o uso constante de remédios. Algumas pessoas têm convulsões graves, outras, espasmos leves. Há quem desmaie e quem tenha ausências, um tipo de 'apagão' acordado", explica.

"Já convulsionei. Mas o que mais tenho são ausências. Fico 'out' por alguns segundos. Falo coisas sem nexo e depois retomo. Acontece principalmente se estou sob estresse ou dormi pouco. Passei a ter a vida mais regrada para evitar", completa.

Julia explicou que não pode dirigir sozinha, controla a ingestão de bebidas alcoolicas, faz ioga e meditação. "Só agora, aos 35 anos, com a vida bem regrada, é que começo a pensar em engravidar".

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