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"Quem disse que não fiz?", diz Thammy no Altas Horas sobre cirurgia íntima

Fábio Rocha/Globo
Thammy Miranda participou do "Altas Horas" Imagem: Fábio Rocha/Globo

do UOL, no Rio

17/06/2018 10h12

Em participação no "Altas Horas" deste sábado (16), Thammy Miranda fez mistério sobre se fez ou não uma cirurgia de redesignação genital. A atração mostrou um trecho do reality show "Os Gretchens", no Multishow, na qual ele aparece em uma conversa com a tia Sula Miranda falando que foi a um médico para discutir o assunto.

Thammy jogou para a plateia a pergunta "Queria saber porque órgão genital é tão importante?" e na sequência o ex-apresentador do "Vídeo Show" Otaviano Costa o questionou.

"Não passa pela sua cabeça fazer a cirurgia mesmo?", perguntou. 

"Quem disse que eu não fiz? Só quem vai saber é a Andressa", respondeu Thammy, referindo-se à sua companheira.

O filho de Gretchen disse estar muito bem resolvido e que expôs a situação no reality como forma também de levantar a questão para quem é interessado no assunto.

"Eu expus no reality as coisas que estavam acontecendo na minha vida naquele momento porque era justo eu dividir e também como forma de informação, para as pessoas saberem que existe esse tipo de cirurgia. Para quem quiser pesquisar sobre [o assunto] e se readequar. Para mim [o órgão genital] não é [tão importante]. Outras coisas são mais importantes como o caráter, o amor, o cheiro, o carinho", complementou.

Thammy disse a Serginho Groisman que ainda sofre ataques homofóbicos, mas somente pelas redes sociais. 

"É engraçado porque nesse tempo todo as pessoas me encontram na rua e ninguém nunca chegou na minha cara e falou nada de ruim", disse.

Da plateia, uma participante perguntou se ele acha importante que fosse falado nas escolas sobre as questões que envolvem a diversidade e Thammy afirmou que, se tivesse recebido essa educação, não levaria tanto tempo para descobrir a transexualidade.

"Preconceito é velado, as pessoas fingem que não existe. Descobri a transexualidade com 32 anos. Não sabia que existia. Sabia que existia a Roberta Close, por exemplo, quando descobri a sexualidade. Gostaria muito de ter conversado. Não de imposição. Se fosse impor alguma coisa sobre isso eu seria hetero. Porque gostar de homem igual minha mãe é impossível. É importantíssimo conversar sobre diversidade e saber que existem pessoas diferentes", afirmou.

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