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Em tratamento contra câncer, Ana Furtado se exercita e conta os benefícios

Ana Furtado - Reprodução/Instagram
Ana Furtado Imagem: Reprodução/Instagram

Colaboração para o UOL

29/06/2018 10h49

Desde que descobriu ter um câncer de mama e começou a tratá-lo, a apresentadora Ana Furtado faz questão de compartilhar com seus seguidores sua rotina e sempre compartilhar mensagens positivas.

Nesta sexta-feira (29), ela compartilhou um vídeo em que aparece se exercitando e explicou que pode sim manter sua rotina de malhação.

"Sempre considerei atividades físicas como um hábito essencial para ter uma melhor qualidade de vida e, quem me acompanha aqui, sabe que costumo compartilhar essa rotina de exercícios.  Algumas pessoas têm me perguntado se é permitido que eu faça atividades físicas enquanto estou em tratamento quimioterápico. Os médicos não apenas não proíbem como também incentivam a prática de atividades físicas.  Mas é claro que as pessoas são únicas e os organismos respondem de forma distinta a diferentes tratamentos. Então, a primeira coisa é: consulte seu médico", disse.

Ana, porém, contou que mudou um pouco o treino. "A minha rotina de atividades está mais leve. Não é recomendado se exercitar à exaustão porque isso pode vir a comprometer a imunidade e, por consequência, deixar o organismo mais exposto a possíveis infecções. Mas é fato também que a atividade física me estimula, me faz sentir viva e está contribuindo para reduzir os efeitos colaterais da quimio e o risco de depressão – muito comum em pacientes em tratamento contra o câncer", afirmou. 

Sempre considerei atividades físicas como um hábito essencial para ter uma melhor qualidade de vida e, quem me acompanha aqui, sabe que costumo compartilhar essa rotina de exercícios. Algumas pessoas têm me perguntado se é permitido que eu faça atividades físicas enquanto estou em tratamento quimioterápico. Os médicos não apenas não proíbem como também incentivam a prática de atividades físicas. Mas é claro que as pessoas são únicas e os organismos respondem de forma distinta a diferentes tratamentos. Então, a primeira coisa é: consulte seu médico. A minha rotina de atividades está mais leve. Não é recomendado se exercitar à exaustão porque isso pode vir a comprometer a imunidade e, por consequência, deixar o organismo mais exposto a possíveis infecções. Mas é fato também que a atividade física me estimula, me faz sentir viva e está contribuindo para reduzir os efeitos colaterais da quimio e o risco de depressão – muito comum em pacientes em tratamento contra o câncer. Um dos efeitos colaterais é a fadiga. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer dos Estados Unidos, entre 72% e 95% dos pacientes são afetados por esse cansaço extremo, que pode resultar na diminuição significativa da qualidade de vida. Estudos mostram que a prática diária de exercício pode diminuir a intensidade desse sintoma em até 50%. Assim, sigo com minha rotina de exercícios, respeitando os limites do meu corpo, e com acompanhamento médico constante!

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