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Deborah Secco faz textão para parabenizar Hugo Moura: "Presente que ganhei"

Deborah Secco ganha beijo do marido, Hugo Moura, no Baile do Arara, no Rio de Janeiro - Manuela Scarpa/Brazil News
Deborah Secco ganha beijo do marido, Hugo Moura, no Baile do Arara, no Rio de Janeiro Imagem: Manuela Scarpa/Brazil News

Thaís Sant'Anna

Colaboração para o UOL

18/03/2019 15h52

Deborah Secco publicou um textão em seu Instagram hoje, para parabenizar o marido, Hugo Moura, que completa 28 anos. A atriz postou uma foto romântica com ele e se declarou, falando o quanto o admira e o quanto ele mudou sua vida.

"Hugo, que abandonou a engenharia civil e descobriu na arte o seu lugar. Descobriu que só com a arte podemos mudar o mundo. [...] Tantos usariam nossa visibilidade pra se promover, para atingir algum lugar, mas Hugo já achou o seu lugar. [...] Quis mudar minha rotina. Minha casa. Minha vida. Morar em um lugar menor. Ter cada vez menos. Não ter funcionários pra não sustentar em parte essa escravidão disfarçada. Quis fazer todos os projetos sociais, olhar as pessoas nos olhos, chamá-las pelo nome e enchê-las de amor, mesmo que a distância. [...] E o principal: escolheu me amar", dizia parte da publicação.

Deborah e Hugo são casados desde 2015 e têm uma filha, Maria Flor, de 3 anos.

365 dias depois e eu só consegui escrever que te amo e te sou ainda mais do que quando escrevi isso no ano passado. Hugo, Tão difícil escrever e falar sobre ele sem cair no clichê... Ou então sem nos expormos desnecessariamente. Hugo, Livre, artista, destemido, socialista, apaixonado, amigo, doce, sincero! Hugo baiano, brasileiro e o branco mais preto que já conheci. (Desculpa, Vinicius) Hugo família, Hugo do mundo! Da liberdade. Hugo, q abandonou a engenharia civil e descobriu na arte o seu lugar. Descobriu que só com a arte podemos mudar o mundo. Hugo, que se apaixonou por Amir Adadd e fez dele seu mestre. Do teatro de rua, sua casa. Tantos usariam nossa visibilidade pra se promover... para atingir algum lugar... mas Hugo já achou o seu lugar. Hugo não quer se promover, ele só quer viver. Hugo trabalha por amor, dá o que tem e recebe o que consegue. Acredita na troca humana. Nos abraços, nos olhares. Hugo, que me sacudiu e disse que eu, por ter o dom de atuar, tinha uma dívida de levar e espalhar conhecimentos para as pessoas. Hugo inquieto. Escreve, desenha, toca, estuda, conta. Hugo, o sorriso mais largo, o amigo íntimo imediato, a pessoa que sempre estará lá! Mas Hugo tbm é a falta das coisas práticas, não sabe que dia é hj, não usa o telefone e nem sabe o que fazer com aqueles impostos, nem como vai resolver tudo isso, essas suas faltas. Mas Hugo é tão Hugo que não se atormenta, ele sabe andar sem os pés no chão. Me ensinou a ler, me falou de política, me fez acreditar que se não for pelos outros não vale a pena. Quis mudar minha rotina. Minha casa. Minha vida. Morar em um lugar menor. Ter cada vez menos. Não ter funcionários pra não sustentar em parte essa escravidão disfarçada. Quis fazer todos os projetos sociais, olhar as pessoas nos olhos, chamá-las pelo nome e enchê-las de amor, mesmo q a distância. Aprendeu acordeom, já tocava violão, e pôs a música lá em casa em primeiro lugar. Ele fala de amor, ele escreve sem parar. E o principal: escolheu me amar. Me ensinou que pra amar precisamos conhecer as florestas e o mar, mas também os abismos do viver. Descobriu comigo quem eu era e me fez descobri-lo também. (Continua nos comentários...)

Uma publicação compartilhada por Deborah Secco (@dedesecco) em

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