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Gabriela Spanic lembra A Usurpadora e se convida para trabalhar no SBT

Gabriel Cardoso/SBT
Gabriela Spanic no The Noite Imagem: Gabriel Cardoso/SBT

Jonathan Pereira

Colaboração para o UOL

2019-06-14T08:29:24

14/06/2019 08h29

Gabriela Spanic relembrou seus tempos de Paola e Paulina Bracho da novela A Usurpadora no The Noite de ontem. A atriz contou a Danilo Gentili que até hoje é reconhecida pelas personagens, que fizeram sucesso no Brasil em 1998 e, depois de várias reprises, ainda estão no imaginário popular.

"Senhoras, meninos, adolescentes... Paola ficou como um ícone das mulheres, dos gays, em todas as gerações. Sou muito privilegiada, agradeço todo dia por ser um fenômeno essa novela que me trouxe muitas bênçãos. Essas demonstrações de carinho jamais vão sair do meu coração, vou levar até o túmulo", vibra, sem esconder o desejo de fazer novela por aqui.

"Nos Estados Unidos, Colômbia, México, Venezuela, trabalhei em todas [as emissoras destes países]. Só me falta uma, o SBT", convidou-se. Não seria a primeira vez que Silvio Santos empregaria uma estrela de novelas mexicanas: entre 2016 e 2018, Lucero fez "Carinha de Anjo".

Gaby recorda ter construído os trejeitos e fala das protagonistas com dicas da produtora Beatriz Sheridan, que a aconselhava a usar seus chakras para liberar energias diferentes entre uma e outra.

"Ela dizia que Paola era muito sexual e que eu tinha que contrair o plexo sexual. E para Paulina eu teria que levar a voz ao coração". As vilãs são sua preferência na hora de atuar. "As boazinhas têm que chorar e eu não gosto. Lágrimas custam dinheiro", diverte-se.

Exageros na interpretação? De forma alguma. "O público precisa desse personagem que não é real, porque se querem ver algo real veem as notícias". Mesmo apanhando eventualmente na vida real. "Na Venezuela, uma senhora agarrou sua bolsa dentro do elevador e começou a me bater. Isso é muito bacana, significa que você fez seu trabalho muito bem".

A atriz explica que a irmã gêmea, Daniela Spanic, não participou da trama. "Às vezes pensam que ela fez A Usurpadora comigo, mas eu fiz as duas personagens. Naquela época ela era uma excelente modelo e não se sentia preparada para isso".

Instigada por Gentili, ela desmente a crença de fãs de que Paola estaria viva. "Ela morreu! Está no inferno. Os mortos não falam. [Paola Bracho] Nunca mais".