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Deborah Secco rebate críticas: 'Continuam achando um absurdo falar de sexo'

Deborah Secco - Foto: Reprodução/Instagram
Deborah Secco Imagem: Foto: Reprodução/Instagram

Colaboração para o UOL, em São Paulo

02/07/2020 22h07

Deborah Secco apareceu em sua conta no Twitter para rebater as críticas que tem sofrido por conta de uma entrevista que deu para Sabrina Sato na tarde de hoje.

A repercussão aconteceu porque, no papo com a apresentadora, a atriz disse que costumava transar com o marido, Hugo Moura, cerca de "10 vezes por dia" no começo do namoro, e também enquanto estava grávida da filha de ambos, Maria Flor.

Segundo ela, essa foi uma parte importante de sua vida.

Como a declaração viralizou rapidamente nas redes sociais, Deborah resolveu se pronunciar e caprichou na ironia. "2020 e as pessoas continuam achando um absurdo falar de sexo. Nasceram da fotossíntese dos pais, né?", escreveu.

Deborah foi a convidada do quadro "Cada um no Seu Banheiro", do canal de YouTube de Sabrina Sato, e falou à apresentadora sobre sexo e maternidade. Ela contou que, no início do relacionamento com Hugo Moura, hoje seu marido e pai de sua filha, Maria Flor, 4 anos, o casal transava em média dez vezes por dia.

Ao ser questionada sobre diminuição de frequência de sexo depois do nascimento da filha, Deborah confirmou que isso aconteceu, mas fez a ressalva: "Eu engravidei com dois meses de namoro, então a gente transava dez vezes ao dia, quando transava médio. A gente estava naquele momento em que só transava. Depois, a gente começou a conversar, transar e cozinhar, transar e ver um filme, mas antes era só transar".

Ela disse, ainda, que ainda fazia sexo enquanto estava grávida, mas um pouco menos no início da gestação, por receio. "Mas no fim da gravidez, deu uma animada master", contou.

Ela acredita que não perdeu o desejo pelo marido, mas que o casal não tem mais a possibilidade de ter mais momentos juntos. "Eu, no elevador, saindo para trabalhar, penso: 'PQP, que delícia, como queria'".

Sobre a maternidade Deborah diz que uma vantagem da quarentena é poder estar perto da filha. "Ela demonstra muita falta de mim. Ela diz, 'eu não quero que você pare de trabalhar, mamãe, não quero que você pare de fazer o que ama, só quero que fique um pouquinho comigo'. Meu coração despedaça", conta Deborah, que, mesmo quando está na rotina de gravações, procura colocar a menina para dormir e levá-la à escola.

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