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Morando no Reino Unido, ex-BBB Ralf fala sobre a quarentena no exterior

Ralf Krause participou do BBB 9 - Reprodução/Instagram
Ralf Krause participou do BBB 9 Imagem: Reprodução/Instagram

Colaboração para o UOL, em São Paulo

12/01/2021 08h45

O ex-BBB Ralf Krause vive Inglaterra há quatro anos morando com a mulher, a inglesa Lauren Hurley, e a filha deles, Mimi Regina, de 1 ano.

Em conversa com o Gshow, o participante do BBB 9 contou como está a realidade da campanha de vacinação por lá e qual é a sua maior dificuldade com o novo lockdown: "Até agora não conheço ninguém próximo que tenha sido vacinado. Só vi na TV. É difícil não poder viajar para ver meus parentes no Brasil e nem poder recebê-los aqui na Inglaterra". Ele chegou a se contaminar com o vírus, em março do ano passado.

"As pessoas têm muita fantasia sobre a vacina e ficam achando que já estão vacinando todos os grupos. Não é bem assim e tem todo um processo. A avó da minha mulher é diabética, tem 88 anos, e ela ainda não foi chamada para vacinar. E ela mora em Londres, em uma área de alto risco da doença. Tem poucas vacinas e eles estão dando prioridade para vacinar os médicos, enfermeiros, pessoas que trabalham com pacientes já debilitados por outras doenças. Na semana passada tinham vacinado 600 mil pessoas. Parece muita gente, né? Mas aqui são 60 milhões de habitantes. Um longo caminho!"

Sobre a segunda onda da doença, Ralf diz que mais pessoas estão se contaminando, comparado com o início da pandemia. "Realmente eu vejo que tem mais pessoas pegando a Covid-19. Está mais comum saber de pessoas próximas que estão doentes. Mas, ao mesmo tempo, não conheço ninguém que tenha precisado ficar hospitalizado. Aqui na Inglaterra não tem tratamento precoce. Eles mandam a pessoa ficar em casa por 10 dias e controlar a febre."

Questionado sobre a sobrevivência financeira, ele explica as estratégias adotadas pelo governo. "Quando tem lockdown, o governo paga 80% do salário das pessoas que ganham até 30 mil libras por ano, algo em torno de R$ 210 mil reais por ano. Quando o governo manda fechar o comércio e as fábricas, as empresas não precisam pagar os seus funcionários, pois é o governo que se encarrega disso para que o trabalhador possa ficar em casa, de quarentena."

O ex-brother contou ainda que a maior dificuldade da pandemia é a saudade da família. "Não poder viajar, não poder sair do país e nem receber a visita dos meus parentes do Brasil são as piores partes do lockdown. Não vou ao Brasil desde 2017. Tínhamos passagem comprada para maio do ano passado, mas precisamos adiar a viagem por conta da pandemia. As academias também estão fechadas. No verão, eu nadava no lago, ao ar livre. Mas como estamos no inverno, com uma temperatura variando entre 4 e 5 graus e menos 1 grau, o máximo que consigo fazer é correr nas ruas.", declarou.