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Juliette vai usar prêmio em tratamento da mãe: 'Isso é minha prioridade'

Juliette - Divulgação/Instagram
Juliette Imagem: Divulgação/Instagram

Mari Monts

Do UOL, em São Paulo

05/05/2021 13h00

Juliette é a grande campeã do "BBB 21". Favorita do público, ela levou o prêmio de R$ 1,5 milhão com mais de 90% dos votos.

Em entrevista, a maquiadora revelou que vai usar o dinheiro para pagar o tratamento da mãe, dona Fátima, que sofre de uma doença no coração.

Tenho planos urgentes, que é cuidar da saúde da minha mãe, deixar minha família confortável, numa casa e tudo mais. De resto, eu quero é ser feliz.

Sobre o favoritismo, Ju não imaginava, mas disse que sentia alguns indícios nos discursos de Tiago Leifert ao longo da temporada: "Sentia que era algo para mim, só não verbalizava para não parecer pretensiosa".

Com 26 milhões de seguidores e uma legião de fãs, a maquiadora imagina que essa identificação aconteceu por ter sido muito sincera no programa:

As pessoas não querem ver perfeição, querem ver coisas reais. Não mais do mesmo. Os momentos difíceis fizeram as pessoas se identificarem comigo.

Excluída do grupão

A perseguição do grupão no início do jogo com Juliette consolidou a maquiadora como favorita, mas ela sofreu bastante até se reerguer dentro da casa.

Eu me sentia feia, burra, tinha vergonha de me olhar no espelho. A única coisa que tinha era minha verdade.

Ela contou que até pode rolar uma conversa sincera agora com Karol Conká, Projota e Nego Di, seus inimigos no jogo: "Esse assunto me dói muito ainda, não vou mentir. Mas eles estavam com muito medo também. São pessoas que têm uma história de luta. Mas não tenho problema, conversaria com todos eles".

Guerreira

Uma das características de Juliette é sua força. Mulher nordestina, de muito orgulho de suas raízes, Ju reforçou que dona Fátima é sua maior base, uma inspiração, seu símbolo de luta.

Minha mãe me mostrava muita força, ela viveu coisas horríveis. Ela é muito firme e me ensina a ter virtudes. Ela é semianalfabeta, eu e minha irmã a ensinamos a ler e escrever. E ela me ensinava o que não tem preço. Minha mãe apanhava e levantava. A mulher nordestina é a luta, força e resistência.