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Modelo Bella Hadid diz que ataque de Israel à Palestina é 'limpeza étnica'

Bella Hadid falou sobre o conflito entre Palestina e Israel - Reprodução/Instagram
Bella Hadid falou sobre o conflito entre Palestina e Israel Imagem: Reprodução/Instagram

Colaboração para o UOL, em Alagoas

12/05/2021 15h02

A modelo norte-americana com ascendência palestina Bella Hadid tem feito uso de seu perfil no Instagram para se manifestar sobre o conflito travado entre a Palestina e Israel, após uma série de bombardeios israelenses na Faixa de Gaza que deixou pelo menos 59 pessoas mortas.

Em uma postagem, Bella Hadid disse não haver mais "lugar para isso" em 2021, referindo-se aos conflitos entre os dois países, e afirmou que não se trata de uma questão religiosa, mas, sim, "sobre colonização israelense e limpeza étnica".

"Não há lugar para isso! Ainda mais em 2021. Sempre foi #FreePalestine. Sempre. Eu tenho muito o que dizer sobre isso, mas por agora, por favor, leia e se eduque. Isso não é sobre religião. Isso não é sobre o ódio um do outro", iniciou a modelo.

"Isso é sobre colonização israelense, limpeza étnica, ocupação militar e apartheid sobre as pessoas palestinas que acontece por anos. Eu estou ao lado dos meus irmãos e irmãs palestino, eu vou te proteger e apoiar o melhor que eu posso. Eu te amo", continuou.

A modelo finalizou dizendo que escutou a vida toda que quem ela é "uma mulher palestina, não é real". "Eu escutei que meu pai não tem um local de nascença se ele é da Palestina. Eu estou aqui para dizer: Palestina é muito real e o povo palestino está aqui para ficar e coexistir. como sempre fizeram", concluiu.

Bombardeios

O confronto entre Hamas e Israel teve sequência hoje com uma série de bombardeios israelenses na Faixa de Gaza. De acordo com o Ministério da Saúde palestino, pelo menos 59 pessoas morreram desde segunda-feira (10). Outras 6 pessoas também faleceram em Israel, conforme autoridades local.

Hoje, Israel realizou centenas de ataques aéreos em Gaza e disse que o bombardeio matou ao menos 16 líderes de inteligência e membros da ala militar do Hamas. O primeiro-ministro israelense Binyamin Netanyahu afirmou que "este é apenas o começo" e prometeu novos ataques.

O Hamas confirmou a morte de Bassem Issa, um de seus principais comandantes, e ressaltou que o falecimento de Issa servirá como "combustível para nosso projeto de libertar nossa terra".