PUBLICIDADE
Topo

Gisele defende Doutzen Kroes em discurso antivacina: 'Ódio não é resposta'

Colaboração para o UOL, em São Paulo

19/09/2021 08h21

Gisele Bündchen se envolveu em uma polêmica ao defender sua colega de profissão, a modelo Doutzen Kroes. Em um post nas redes sociais, a supermodelo holandesa declarou que não vai tomar a vacina contra covid-19, indo contra a recomendação da OMS.

Segundo o texto, ela não será obrigada a provar seu estado de saúde para conviver em sociedade. "Embora minhas mãos estejam tremendo ao escrever isso, sinto que é hora de escolher a coragem em vez do conforto e falar minha verdade: Não serei obrigada a tomar a dose. Não serei obrigada a provar minha saúde para participar da sociedade. Não aceitarei a exclusão de pessoas com base em seu estado de saúde. A liberdade de expressão é um direito pelo qual vale a pena lutar, mas só podemos resolver isso unidos na paz e no amor!", disse a ex-angel da Victoria's Secret.

Após a top model receber algumas críticas, a brasileira defendeu a escolha de Doutzen. "Eu conheço Doutzen e ela é uma pessoa gentil e amorosa. Eu não posso acreditar no ódio dirigido a ela porque ela expressou seus sentimentos. Me entristece ver todo o julgamento e a falta de empatia no coração de tantas pessoas. O ódio não é a resposta. A única maneira de criar um mundo melhor é por meio da compaixão e da aceitação", afirmou a gaúcha nos comentários.

Em seguida, Gisele convidou as pessoas a meditarem. "Eu convido você a silenciar sua mente e ir fundo para encontrar o amor em seu coração para podermos todos nos unir em paz e criar harmonia em nossas vidas e em nosso mundo. Precisamos disso mais do que nunca", finalizou.

A esposa de Tom Brady não está sozinha. A top brasileira Laís Ribeiro apoiou a postagem e também foi bombardeada por críticas na timelime.

Importância da vacinação

Enquanto o mundo ainda vive uma pandemia, pesquisas ressaltam a importância da vacinação nesta luta. Em um levantamento da Universidade de Oxford, no Reino Unido, mostra que os óbitos causados pela doença no Brasil caíram 77% nos últimos três meses graças a vacinação em massa. O levantamento também mostra que nos Estados Unidos a situação é contrária. Com a recusa da vacina, principalmente em alguns estados, o país voltou ao topo do ranking de mortes provocadas pela covid-19.