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Mauricio Stycer

Justus nega ter jeito de "um robozinho" na Fazenda: "Meu estilo é esse"

Reprodução/Record
O apresentador da "Fazenda", Roberto Justus, rebate críticas ao seu trabalho Imagem: Reprodução/Record
Mauricio Stycer Maurício Stycer

Mauricio Stycer

É jornalista desde 1986. Repórter e crítico do UOL, autor de um blog que trata da alta à baixa cultura, do esporte à vida nas grandes cidades, sempre que possível com humor.

Maurício Stycer

Colunista do UOL

01/12/2017 16h57

Roberto Justus está há 14 anos na televisão. Já apresentou “O Aprendiz”, que considero o seu melhor trabalho, “Power Couple” e “Roberto Justus +”, sempre na Record, além de “Um Contra Cem” e "Topa ou Não Topa", no SBT. Este ano, anunciou a aposentadoria em suas empresas para se dedicar exclusivamente à carreira artística.

Perto de terminar a sua segunda experiência como apresentador da “Fazenda”, Justus se mostra bem feliz com o resultado desta edição, que ele considera excepcional, mas muito triste com as críticas que recebeu ao seu trabalho.

Especificamente, em relação a mim, que acompanhei o reality com textos para o UOL, o apresentador considera que fiz julgamentos injustos sobre o seu desempenho. Três pontos em particular, observados em um balanço que publiquei nesta sexta-feira (01), merecem reparos de Justus.

Erra a virada de uma câmera para a outra
Quando está ao vivo, Justus é filmado por duas câmeras. E sempre que vira o corpo em direção a uma delas, deixa que o espectador acompanhe o movimento. O apresentador não considera isto um erro. “É totalmente proposital”, diz. “O diretor gosta deste movimento”, garante.

Mostra a flexibilidade de um robozinho
Justus se incomoda com a observação de que a sua postura corporal em cena, muito rígida, lembra a de um robô. “Sou assim na vida real. Muita gente diz que sou classudo. Não sou como o Sérgio Mallandro, por exemplo”, observa. “Meu estilo é esse. Fico totalmente à vontade na TV”.

Repete o texto tatibitate que o diretor o obriga a ler
O apresentador também não considera justa a crítica ao texto muito engessado que fala durante o programa. “Mudo quase todo texto do TP (teleprompter)”, assegura. “É muito difícil alguém arriscar o que eu arrisco”, afirma. “O texto é praticamente meu. Coloco muitos cacos.”

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