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Após sair de gravadora, Nego do Borel não tem exclusividade com empresário

Nego do Borel - Repropdução/Instagram
Nego do Borel Imagem: Repropdução/Instagram
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Colunista do UOL

28/02/2020 12h37

Nego do Borel que deixou a gravadora Sony Music no final de dezembro do ano passado, agora não tem mais contrato de exclusividade com seu empresário, Tuka Carvalho, herdeiro da rádio FM O Dia e um dos sócios da Arca A, empresa que negociava os shows do funkeiro. Como os dois são amigos de longa data, eles nunca tiveram um contrato oficial, apenas um acordo entre eles. O cantor, então, só mudou o que tinha combinado com o agente, explicou a assessoria de imprensa do músico. Agora, com novos planos para sua carreira em 2020, Nego apenas abriu a sua agenda para vendas de shows em todo o Brasil sem nenhuma exclusividade com qualquer empresa.

Além disso, Nego do Borel negou nesta sexta-feira (28), através de sua assessoria de imprensa, que tenha sido dispensado por seu empresário, Tuka Carvalho. O cantor, inclusive, reconhece a importância da parceria com o amigo e afirma que tem enorme carinho e respeito pelo empresário e sua empresa. O funkeiro ainda diz que tiveram um papel importante na produção do seu recém lançado DVD, entre outros trabalhos que vinham fazendo juntos.

"Tenho plena consciência sobre tudo o que representei para a empresa, e sobre o tamanho do que representaram não só para a minha carreira. Nossa parceria continua, apenas segue em outro formato. Acho que os veículos precisam se informar melhor antes de sair dando nota. Os leitores merecem notas verdadeiras", concluiu Nego do Borel sobre a notícia divulgada pelo Jornal Extra que dizia que o artista foi dispensado por Tuka Carvalho.

No final de dezembro do ano passado, Nego do Borel deixou de fazer parte do casting de artistas da Sony Music. Segundo fontes da Coluna do Leo Dias, o divórcio não foi nada amigável na ocasião. O funkeiro teria sido demitido pessoalmente pelo próprio presidente da gravadora, Paulo Junqueiro, em uma reunião em que os ânimos ficaram bastante exaltados.

A principal questão da gravadora era a dificuldade de trabalhar com Nego, já que o cantor se negava a fazer qualquer ação que fosse proposta pela Sony Music. A equipe da gravadora responsável por cuidar dele, inclusive, já teria "jogado a toalha" por não aguentar mais as confusões armadas pelo artista. Somado a isso, estaria o fato de os números alcançados por Nego durante a vigência do contrato não atingirem o esperado pela Sony e a questão de ele só emplacar hits com a participação de outros artistas nas suas músicas, com exceção de "Me solta", que ele canta sozinho.

*Com colaboração de Lucas Pasin.

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