Coluna

Ricardo Feltrin

Atualizada em 27.02.2017 07h39

Pastor Valdemiro quer investir em gospel e ter um 2º canal na TV paga

Mastrangelo Reino/Folha Imagem
Valdemiro Santiago, fundador e líder da Igreja Mundial do Poder de Deus Imagem: Mastrangelo Reino/Folha Imagem
Ricardo Feltrin

Ricardo Feltrin é colunista do UOL desde 2004. Trabalhou por 21 anos no Grupo Folha, como repórter, editor e secretário de Redação, entre outros cargos.

Colunista do UOL

Cinco anos depois de sua igreja enfrentar a pior crise desde sua fundação em 1998, o pastor Valdemiro Santiago começa 2017 com planos de reabrir templos fechados nos últimos anos no Brasil e na África.

Desde 2011 a Mundial fechou um grande número (não revelado oficialmente)  de templos. Estima-se que  seriam mais de 140 só no Brasil. Tudo devido à crise instalada na igreja após a denúncia sobre desvio de dízimo na igreja para aquisição de bens, denúncia fora feita pela TV Record, ligada à igreja Universal (da qual ele  é dissidente).

A crise passou, e, além de reabrir templos, Valdemiro agora está de olho no mercado da música gospel no Brasil.

Ele disse a pessoas de seu círculo que quer investir nesse nicho por meio da WS Music, a gravadora da igreja, que atualmente é “dormente” e sem produzir quase nenhum artista. A ideia é “acordá-la”.

Auto-intitulado apóstolo, Valdemiro está na verdade interessado em um mercado multimilionário --o da música cristã. Esse mercado no Brasil hoje está quase todo nas mãos de duas marcas:

Som Livre e MK Music.

Ao contrário de Edir Macedo, que fechou sua gravadora (Line Records) por nunca ter sido simpático ao gospel, Valdemiro gosta de música cristã (e também de cantar).

Outro plano que o líder da Mundial anunciou para 2018 seria um novo canal na TV por assinatura.

Há três anos pelo menos Valdemiro tenta ampliar a presença de sua Rede Mundial na TV paga, desde que perdeu quase todos os horários em canais abertos.

Nos últimos anos, as igrejas evangélicas neopentecostais, em geral, assistiram a uma inédita fuga de fiéis, causada provavelmente pela crise econômica. O volume de doações de dízimos caiu, o que fez com que muitas --inclusive a Mundial-- fechassem muitos templos.

@feltrinoficial

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