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"Jornal da Band" tem maior ibope em 1 ano e já briga até por 2º lugar em SP

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Equipe de produção do "Jornal da Band" é flagrada ao vivo preparando Ricardo Boechat Imagem: Reprodução/Band
Ricardo Feltrin

Ricardo Feltrin é colunista do UOL desde 2004. Trabalhou por 21 anos no Grupo Folha, como repórter, editor e secretário de Redação, entre outros cargos.

Colunista do UOL

19/08/2017 09h43Atualizada em 19/08/2017 09h43

Uma confluência de fatores noticiosos e corporativos está fazendo com que  o “Jornal da Band” registre em agosto sua melhor média de audiência em mais de um ano na Grande São Paulo.

Com noticiário quente, boas pautas --quase sempre exclusivas-- e o duradouro fiasco na negociação entre os canais concorrentes da Simba e as maiores operadoras de TV paga, o principal telejornal da Band está com média de 5,5 pontos este mês.

Trata-se do melhor índice em quase 13 meses, segundo dados exclusivos da Kantar Ibope, obtidos pela coluna.

Ainda é um fato ocasional, mas, em alguns dias, o “Jornal da Band” chega a se manter na vice-liderança isolada durante toda sua exibição --ficando só atrás da Globo.

A participação do telejornal apresentado por Ricardo Boechat e Paloma Tocci no universo de TVs ligadas, o  chamado “share”, também vai muito bem.

Em agosto ele está com média de 8% de share. Grosso modo, de cada 100 aparelhos de TV ligados na Grande São Paulo, 8 sintonizam a Band no horário. Trata-se do melhor resultado desde fevereiro.

O telejornal obviamente tem se beneficiado dos bons índices de audiência também obtidos pelo “Brasil Urgente”, de José Luiz Datena, que vem entregando o horário com excelente média --que não raro chega a 7 pontos.

Na Grande São Paulo, segundo a medição Ibope, cada ponto vale por cerca de 70,5 mil domicílios sintonizados.

Além de estar indo muito bem em desempenho no ibope, o "Jornal da Band" também é um dos produtos com melhor resultado comercial para a Band.

Mas o fato de ser um dos "campeões" de publicidade na emissora também gera críticas entre telespectadores, devido ao elevado número de comerciais e muitos breaks.

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