Coluna

Ricardo Feltrin

Após ação judicial de TVs, GfK para de medir audiência e demite 149 pessoas

Divulgação
GfK encerra sua divisão de medição de audiência Imagem: Divulgação
Ricardo Feltrin

Ricardo Feltrin é colunista do UOL desde 2004. Trabalhou por 21 anos no Grupo Folha, como repórter, editor e secretário de Redação, entre outros cargos.

Colunista do UOL

21/09/2017 16h13Atualizada em 21/09/2017 16h56

A empresa alemã GfK fechou hoje sua divisão de medição de audiência de TV e demitiu 149 funcionários somente desse setor.

A empresa confirmou as demissões por meio de sua assessoria na tarde desta quinta-feira.

Os demais departamentos da GfK, na área de pesquisas e varejo, por exemplo, continuarão ativos, segundo a assessoria.

O fechamento da GfK audiência consuma o fracasso de um projeto iniciado três anos atrás, que era rivalizar a medição de público com a Kantar Ibope Media.

A GfK prometia resultados mais apurados e bem mais confiáveis que os do Ibope. Sua entrada no mercado foi patrocinada por Record, SBT e RedeTV! 

Dois anos após iniciar a medição de audiência das TVs brasileiras, a empresa sucumbe a divergências justamente com seus três principais clientes.

As três TVs afirmam que a GfK jamais cumpriu com as cláusulas acertadas em contrato e exigem agora não apenas o dinheiro que já pagaram, mas também querem juros, correção e indenização por quebra contratual, além de danos materiais.

Somente em uma ação, a Justiça determinou que a GfK devolva R$ 28 milhões à Record imediatamente, conforme noticiou hoje o site “Notícias da TV”.

No total, as ações movidas por Record, SBT e RedeTV! deverão superar os R$ 100 milhões, conforme esta coluna publicou hoje cedo.

Leia mais:

TVs declaram guerra e movem processo milionário contra a GfK

Juiz dá 3 dias para GfK pagar R$ 28 mi à Record por quebra de contrato

Colunista no Twitter, no Facebook ou no site Ooops!

ID: {{comments.info.id}}
URL: {{comments.info.url}}

Ocorreu um erro ao carregar os comentários.

Por favor, tente novamente mais tarde.

{{comments.total}} Comentário

{{comments.total}} Comentários

Seja o primeiro a comentar

{{subtitle}}

Essa discussão está encerrada

Não é possivel enviar novos comentários.

{{ user.alternativeText }}
Avaliar:
 

* Ao comentar você concorda com os termos de uso. Os comentários não representam a opinião do portal, a responsabilidade é do autor da mensagem. Leia os termos de uso

Escolha do editor

{{ user.alternativeText }}
Escolha do editor

Facebook Messenger

Receba as principais notícias do dia. É de graça!

Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Colunas - Ricardo Feltrin
Topo