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Ricardo Feltrin

Band procura "Pânico" e tenta acordo e rescisão "pacífica" de contrato

Reprodução/Band
Emílio Surita apresenta o "Pânico na Band", que já está com os dias contados Imagem: Reprodução/Band
Ricardo Feltrin

Ricardo Feltrin é colunista do UOL desde 2004. Trabalhou por 21 anos no Grupo Folha, como repórter, editor e secretário de Redação, entre outros cargos.

Colunista do UOL

01/11/2017 06h03Atualizada em 01/11/2017 14h50

Apesar de o contrato ir até o final de 2018, a atual temporada do programa “Pânico” será a última, conforme antecipou o colunista Flavio Ricco no último dia 23. E pode terminar a qualquer momento, aliás.

Segundo fontes ouvidas pela coluna, a produção do programa é muito cara e ele já não tem atraído tantos anunciantes como em anos passados.

Executivos da Band estão nos últimos dias em contato com Tutinha e Emílio, os donos do formato, para tentar negociar uma solução pacífica para rescindir o contrato.

Isso -- a solução pacífica-- não significa que a Band pretenda simplesmente esquecer o contrato ou dar uma “banana” ao “Pânico” e ir aos tribunais. Não.

O que há é uma discussão que envolva de fato algum valor indenizatório a ser pago ao grupo, mas que seja menor que os estimados R$ 10 milhões previstos caso a rescisão seja litigiosa.

Extra-oficialmente, executivos da emissora dizem não ter interesse em se engalfinhar em uma disputa judicial com Tutinha (também dono da rádio Jovem Pan)  por dois motivos:

1) um processo desses acabará não sendo muito longo, mas será muito caro;
2) a Band está ciente de que vai acabar perdendo ação e no final das contas terá de pagar não apenas a rescisão total, mas juros, correção e até as custas do processo.

A coluna está tentando falar com funcionários do “Pânico” e com Tutinha, mas não conseguiu até o momento. Se conseguir, este texto será atualizado.

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