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Ricardo Feltrin


Se Joga dá menos ibope que Vídeo Show no país, e Record encosta

Fabiana Karla, Érico Brás e Fernanda Gentil no programa de estreia do Se Joga - Reprodução/Globo
Fabiana Karla, Érico Brás e Fernanda Gentil no programa de estreia do Se Joga Imagem: Reprodução/Globo
Ricardo Feltrin

Ricardo Feltrin é colunista do UOL desde 2004. Trabalhou por 21 anos no Grupo Folha, como repórter, editor e secretário de Redação, entre outros cargos.

Colunista do UOL

15/01/2020 07h02Atualizada em 16/01/2020 13h50

Após 74 programas exibidos em três meses e meio, o vespertino "Se Joga", da Globo, continua sua jornada negativa de audiência em São Paulo, principal praça da publicidade nacional.

Dos 74 confrontos, ele só venceu sete.

Segundo dados consolidados de audiência, obtidos por esta coluna, o "Se Joga" tem até o momento uma média nacional de 9,1 pontos (Painel Nacional de Televisão), contra 8,8 pontos da Record (com "Balanço Geral" / novelas).

No mesmo período em 2018 a média da Globo no horário era de 10,2 pontos e a Record estava mais de um ponto atrás.

Em outras palavras: contra o novo vespertino a Record —que já é líder há mais de um ano em São Paulo—, está agora a apenas 3 décimos de pontos de Ibope de alcançar a Globo na média nacional.

Cada ponto este ano equivale a cerca de 260 mil domicílios nas 15 maiores regiões metropolitanas do país.

De todas as regiões mensuradas pela Kantar Ibope Media, o "Se Joga" dá menos que o "Vídeo Show" em praticamente todas. A exceção é Goiânia, onde dá 2 décimos de ponto a mais.

Além de São Paulo o programa vespertino de entretenimento da Globo perde para a Record em Belo Horizonte, Goiânia e Salvador (na capital baiana ele chega a dar menos que a metade que a TV Itapoan/Record).

Para piorar a atração fica também em Manaus (líder é a TV A Crítica) e em Curitiba (líder e o SBT/Rede Massa).

A Globo continua com um grande problema para resolver ou consertar em sua grade.

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