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Abertura da terra será de grande impacto, diz diretor de "Dez Mandamentos"

Do UOL, no Rio

21/06/2016 12h52

Foram pelo menos 15 dias dias de gravação em estúdio e na cidade cenográfica, com efeitos mecânicos e de computação gráfica, para resultar numa das sequências mais esperadas de "Os Dez Mandamentos - Nova Temporada". Vai ao ar nesta terça-feira a rebelião de Corá (Vitor Hugo), quando Deus castigará os hebreus rebeldes a Moisés (Guilherme Winter) e abrirá a terra para puni-los.

"A gente montou um estúdio com uma traquitana especial para fazer fisicamente o efeito de as pessoas serem engolidas pela terra. Em média foram necessários de 10 a 15 dublês por dia para gravar a sequência da queda de um paredão de 10 metros de altura. A entrega dos atores também foi muito grande. Muitos tiveram que vencer o medo de altura para serem içados por cabos", conta o diretor geral da novela Alexandre Avancini ao UOL.

Na trama de Vivian de Oliveira, Corá e seu grupo de rebeldes seguem desafiando Moisés e provocando a ira de Deus. Moisés intercede a Deus para que uma resposta aconteça imediatamente e que dê um fim à divisão do povo. A resposta de Deus é com a abertura da terra.

Além de Corá, sua mulher, Bina (Kátia Morais), Ada (Camila Santanioni), Libna (Talita Castro), Dumá (Bia Braga), Tales (Danilo Mesquita), Datã (Bruno Padilha) e Abirão (Sandro Rocha) são tragados pela cratera e morrem.

Foram utilizados 15 metros cúbicos de terra para todo o cenário. Na fenda que se abre tragando os hebreus, foi utilizada uma mistura para não machucar os atores, com 30% de terra, 60% de vermiculita e 10% de capim e feno. Cada ator usou cerca de oito figurinos nas gravações.

Segundo o diretor, a passagem também terá uma conexão emocional com o telespectador. "São cenas de grande impacto, que marcam a despedida de personagens muito importantes. Acho que o público vai gostar muito", aposta.

Ao contrário da abertura do Mar Vermelho, na primeira temporada, todos os efeitos foram feitos no Brasil, numa parceria com a produtora Casablanca. Avancini aposta que o capítulo terá uma boa audiência, mas diz que há diferenças entre este momento da trama e o ápice da primeira parte da novela, que chegou a liderar no horário

"No Mar Vermelho, a gente vinha das dez pragas, era a grande virada da história, um salto muito grande. A rebelião de Corá  é mais isolada. Acredito que vai dar um ibope bacana, mas é um momento diferente", diz o diretor, satisfeito com os números que a novela tem alcançado.

Há dois meses dividido entre dois trabalhos - as gravações de "A Terra Prometida", que estreia dia 5 de julho, estão a todo vapor -, Avancini ainda se dedica a "Os Dez Mandamentos" por uns 10 dias antes de focar em uma só novela. Enquanto isso, preferiu cuidar de sequências importantes aqui em vez de seguir com a equipe que registrou imagens na África para a próxima produção.

"As cenas gravadas lá são de grandes paisagens, e o material que chegou está lindo, foi uma decisão acertada. Aqui, além da rebelião, dirigi a queda da muralha de Jericó, que vai ao ar no primeiro capítulo. 'A Terra Prometida' começa com um avanço no tempo e mostra quando as muralhas começam a rachar, e depois recua uns meses", explica.

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