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Humorista Carioca bate boca com autores de livro sobre black blocs

Reprodução/RádioJovemPan
Humorista Carioca bate boca com autores de livro sobre black blocs Imagem: Reprodução/RádioJovemPan

Do UOL, em São Paulo

19/10/2016 13h29

O humorista Márvio Lúcio, o Carioca, bateu boca com autores do livro que conta a história dos black blocs durante o programa "Pânico no Rádio", da Jovem Pan, na tarde desta quarta-feira (19). Houve troca de xingamentos no ar.

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Pesquisadores batem boca com Carioca Imagem: Reprodução/RádioJovemPan
O programa recebeu a socióloga Esther Solano e o jornalistas Willian Novaes para falar sobre o livro "Mascarados: A Verdadeira História dos Adeptos da Tática Black Bloc", mas ambos se desentenderam com o comediante, que contestou o posicionamento político dos pesquisadores.

"Pra mim é um problema educacional, do sistema, das pessoas que invadem as escolas para quebrar, badernar. Escola para mim, minha querida, é para estudar", disse Carioca, já em tom alterado. "Não é uma pregação, é uma luta", rebateu Novaes, perguntando Carioca se era a favor do Bolsonaro.

Carioca xingou o pesquisador de "otário e babaca"; e Novaes, por sua vez, chamou o comediante de "trouxa e doido". A turma do "deixa disso", então, tentou apaziguar a situação. "Eu estou calmo, é porque eles tomaram uma 'lavada' [nas Eleições]... Maluco é você que faz um livro sobre black blocs, brother", disse Carioca. (Ouça a discussão no áudio abaixo a partir do 30min30s)

Na semana passada, os dois pesquisados já haviam se desentendido com Jô Soares, na Globo, após o apresentador perguntar por que eles tinham escolhido um assunto "tão tenebroso".

"Eu vi vários deles [black blocs] com suásticas enormes pintadas nas costas", disse Jô. "Black blocs, não. Ou então, muito poucos. Dos que eu entrevistei, nenhum", respondeu Esther. "Mas um já dá para ser bastante", rebateu o apresentador. "Mas por um você não pode intitular o resto como fascista, um não é a massa", argumentou a socióloga.

Em outra oportunidade, Jô voltou ao assunto do nazismo, comparando a tática black bloc com o que se passava na Alemanha nazista, enquanto Esther balançava a cabeça, discordando. "Não tem nada a ver".

Após repercussão negativa, o apresentador da Globo telefonou para um dos pesquisadores do livro para pedir desculpas pela conversa no programa. "Ontem à noite [11 de outubro] eu estava bebendo no bar com um colega quando tocou o meu telefone. Era o Jô Soares (achei que era trote, SQN)", escreveu Bruno Paes Manso em seu perfil no Facebook.

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