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Pane seca provocou a queda do avião com Huck e Angélica, diz Aeronáutica

Do UOL, em São Paulo

Os peritos da Aeronáutica concluíram que uma pane seca provocou o acidente com o avião que transportava os apresentadores Luciano Huck e Angélica, em maio de 2015. As informações foram divulgadas pelo "Jornal Nacional", da TV Globo, na noite desta quinta-feira (20).

De acordo com o relatório, o motor esquerdo da aeronave parou de funcionar com 35 minutos de voo. O documento concluiu que o tanque da asa esquerda tinha no máximo 160 litros de combustível e não 350 litros, conforme indicado no "liquidômetro", um equipamento que marca a quantidade do combustível. Os sensores foram instalados em posições trocadas e, assim, enviavam informações erradas ao painel de controle.

O laudo diz ainda que a tripulação poderia ter resolvido o problema --trazendo combustível do outro tanque, por exemplo--, mas que o piloto não seguiu os procedimentos de emergência para pane de motor e que ele não tinha treinamento para pilotar aquele avião.

No relatório, os peritos do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) apontaram também uma outra falha grave: a empresa MS Táxi Aéreo, responsável por transportar os apresentadores da Globo, orientava os pilotos a não informar nem anotar no diário de bordo os problemas que aconteciam com os aviões, para não serem obrigados a parar as aeronaves em oficinas de manutenção. E quando o piloto se negava a voar justificando a falta de segurança, ele era trocado por outro piloto de empresa terceirizada.

O avião, modelo Embraer 820C, que transportava Luciano Huck, Angélica e os três filhos decolou de Estância Caiman, na cidade de Miranda, e seguia para Campo Grande (MS), em um trajeto de 230 quilômetros, quando sofreu uma falha. O piloto informou os controladores por volta das 11 horas. O avião fez um pouso de emergência em um pasto a 30 km de distância da capital do Mato Grosso do Sul.

Além da família Huck, estavam a bordo também duas babás, o piloto e o co-piloto. A família foi socorrida e encaminhada para o hospital Santa Casa de Campo Grande, onde recebeu atendimento no setor de ortopedia. Após passarem pelos exames, os apresentadores foram transferidos para o hospital Albert Einstein, em São Paulo.

Piloto foi suspenso

Em entrevista à TV Record, em março do ano passado, o piloto Oscar Frattini explicou que, mesmo estando apto para voar, foi suspenso pela empresa MS Táxi Aéreo até que as investigações sobre o acidente fossem concluídas. Ele revelou ainda que teve o salário reduzido em quase 80%, e que passava por dificuldades financeiras, à base de empréstimos.

O piloto, que tem 30 anos de experiência, disse na ocasião que se sente "como um pássaro sem asa, preso ao chão, habilitado, mas sem poder voar".

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