Televisão

Amiga de famosos, Fernanda Souza diz "fugir de polêmica" em seu programa

Juliana Coutinho/Divulgação
Fernanda Souza apresenta o "Vai, Fernandinha" no Multishow Imagem: Juliana Coutinho/Divulgação

Giselle de Almeida

Do UOL, no Rio

06/07/2017 04h00

Foi graças ao "Vai, Fernandinha" que Fernanda Souza realizou um desejo que já completava maioridade: levar uma boa torta na cara na TV. O programa de entrevistas que a atriz apresenta no canal pago Multishow está em sua segunda temporada.

"Há 18 anos eu quero isso, nunca consegui ir no 'Passa ou Repassa'. E poder fazer isso com a galera que cresceu no SBT também, o Yudi [Tamashiro], a Priscilla [Alcantara] e a Maisa [Silva] foi um momento muito épico desta temporada", contou ao UOL.

Fernandinha elegeu ainda outros quatro momentos favoritos: os episódios com Thammy e Gretchen, exibido na última terça-feira (4), Giovanna Ewbank falando sobre a adoção de Titi, Tatá Werneck e Débora Nascimento. Não foi à toa que nos últimos três ela não aguentou e chorou junto com as entrevistadas.

"O programa da Tatá eu praticamente criei sozinha, com o material que eu tenho de amigas muito próximas dela. Fui pesquisar e pude falar: é isso aqui, vamos fazer isso. Precisamos mostrar um lado dela que o mundo tem que conhecer, porque ela é mais do que uma menina engraçada", conta Fernanda.

Ela garante que participa de 100% do programa, desde a sugestão dos nomes dos entrevistados ao roteiro e à edição final. A lista de amigos de Fernandinha inclui Angélica, Luciano Huck, Preta Gil, Claudia Raia, Carolina Dieckmann, Marisa Orth e Tiago Leifert, entre outros.

A entrevista com Débora também foi um momento bastante emocionante da temporada: a atriz revelou que sofreu um princípio de anorexia no início da carreira de modelo e se emocionou ao lembrar a perda de uma amiga por causa da doença.

"Nunca achei que ela fosse contar aquela história até porque eu não sabia, fiquei sabendo assim como o telespectador. A repercussão desse episódio foi ótima. Foi importante ela ter falado isso porque, de alguma maneira, ela pode ter alertado muita gente que trabalha nesse meio. Se uma pessoa for tocada por aquilo e olhar para si e tiver mais compaixão e mais carinho com o próprio corpo, a gente já ganhou muito", avalia.

Embora na segunda temporada a interação espontânea e divertida da anfitriã com seus convidados continue, é notório que a atração ganhou novos contornos, tratando de temas mais delicados como esse. Segundo Fernanda, não foi uma mudança planejada, mas é um caminho que ela aprova.

Fujo de polêmica

"A proposta nunca é entrar necessariamente em temas delicados, a não ser que tenha muito a ver com o nosso convidado. O que eu faço é deixar as pessoas muito à vontade e saber que elas podem confiar em mim. Como eu aprovo a edição final, nunca vou colocar alguma coisa que eu sinta que vá prejudicar ou criar alguma polêmica. Eu fujo de polêmica ", diz ela.

"Tem alguns casos, como a entrevista do Thammy e da Gretchen, que abordei esse assunto [transgeneridade] com consentimento deles, porque eu sei que de alguma maneira pode servir para pais, mães e filhos, e isso seria um serviço útil para a sociedade. Se o convidado tem alguma bandeira para levantar ou algo que queira fazer ele faz. Se não a gente continua com nossa pegada, que é entretenimento. Mas fico muito feliz porque acho que a gente teve um ganho nesta temporada", explica.

Atriz que cresceu na televisão e bastante ativa nas redes sociais, Fernanda diz que o programa só ampliou seu relacionamento com o público, com quem gosta de manter um contato mais próximo também no teatro.

"O que eu ofereço é o que eu gostaria de ver como telespectadora. Quanto mais real mais a pessoa se identifica. Eu gosto de 'gente como a gente'", diz.

Chiquititas

Os 20 anos de "Chiquititas", completados agora em julho, não passaram em branco no programa, que recebeu as ex-companheiras de novela Aretha Oliveira, Francis Helena, Renata Del Bianco e Gisele Frade para relembrar histórias da época.

"Sou uma pessoa nostálgica, amo falar de passado! Adoro reviver as histórias, refletir, aprender com elas. Exalto muito o amor que eu tenho pela Mili porque sei que essa personagem mudou a minha vida, morro de orgulho. Sei que mexe com a infância das pessoas, é uma das partes mais legais da nossa vida, onde as pessoas nutrem um carinho verdadeiro por aquilo que elas gostam. Fico muito feliz de poder tocar nesse assunto", diz a apresentadora, que já planeja a terceira temporada do programa.

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