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Ex-BBB Fani Pacheco relembra vida difícil com a mãe: "Fomos despejadas"

Reprodução / YouTube
Fani Pacheco Imagem: Reprodução / YouTube

Colaboração para o UOL

11/07/2017 08h29

Fani Pacheco, ex-BBB que participou da edição de 2007 do programa, usou sua conta no Instagram na noite de segunda-feira (10) para fazer um grande desabafo. Na rede social, ela respondeu quem já disse que ela engordou para continuar na mídia.

"Há quem diga que inventei o 'Fani Quebra Padrão' simplesmente para voltar para  a mídia, onde sempre estive nesses 10 anos trabalhando (menos nos meses da depressão gravíssima). Já li até afirmações de que engordei propositalmente para ganhar fama e que depois de gorda virei até feminista para aparecer. O curioso é que existem matérias de parte da minha história espalhadas pelos noticiários, livro e poucos se dão ao trabalho de ler. Ninguém sabe que quebro padrões desde a barriga da minha mãe, que foram duas tentativas de aborto pela certeza médica de que eu nasceria um mostro pela medição que causava deformidade ao feto", contou ela, que hoje exibe um corpo diferente de quando se tornou famosa e pesa 83 quilos.

Em outro trecho do depoimento, ela relembrou vários momentos complicados que enfrentou ao lado da mãe. "Aos 14 descobri que minha mãe era esquizofrênica e minha família nunca me contou. Apanhei muito e achava que era ela era má. Fomos despejadas, telefone cortado, luz cortada. Virava noites apenas eu e a vela. Menor de idade todos me viraram as costas. Família grande, pai juiz. Afinal, ninguém queria 'problema', imagina ter o nome vinculado ao aluguel de uma doente mental? Com nome da minha mãe sujo, onde iriamos morar?! Recebi ajuda de quem menos esperava (fora da família). Depois de ler sobre sua doença passei do ódio para o amor incondicional", disse.

Ela também relembrou que rompeu com toda sua família por falta de auxílio. "Para estudar na faculdade, pedi aos irmãos e ao pai dela um revezamento de cuidados em suas casas. Foi dito que cada um tinha sua vida e a colocariam aos 48 anos idade em um asilo. Parei com a minha família. Meu pai se negou a pagar a faculdade dominado pela madrasta dissimulada. Parei com meu pai", desabafou. 

Ao fim do texto, ela pediu por mais tolerância entre as pessoas. "Todos temos histórias tristes. A sua dor não é mair que a minha e vice-versa", falou.

 

Há quem diga que inventei o "FANI QUEBRA O PADRÃO " simplesmente p voltar pra midia, onde sempre estive nesses 10 anos trabalhando.( menos nos meses da depressão gravíssima).Já li até afirmações de q engordei propositalmente p ganhar fama e que depois de gorda virei até feminista p aparecer. O curioso é que existem matérias de parte da minha história espalhadas pelos noticiários, livro e poucos se dão ao trabalho de ler. Ninguém sabe q QUEBRO PADRÕES desde a barriga da minha mãe, q foram 2 tentativas de aborto pela certeza médica de q eu nasceria um mostro pela medição q causava deformidade ao feto. Sou feministas desde os 14 anos na minha cidade impondo direitos iguais aos dos homens. Aos 9 anos cuidei da minha avó materna durante 2 anos em fase terminal de câncer aplicando morfina, trocando fraudas, fazendo comida, dando banho. Aos 14 descobri que minha mãe era esquizofrênica e minha família nunca me contou. Apanhei muito e achava que era má pq eu ñ tinha feito nada. Fomos despejadas, telefone cortado, luz cortada. Virava noites apenas eu e a vela. Malhava as 5 da manhã. Tinha que levantar peso p ser forte. Menor de idade todos me viraram as costas. Familia grande, pai juiz. Afinal, ninguém queria "problema", imagina ter o nome vinculado ao aluguel de uma doente mental. Com nome da minha mãe sujo, onde iriamos morar?! Recebi ajuda de quem menos esperava. ( fora da familia). Depois de ler sobre sua doença passei do ódio para o amor incondicional. Nunca mais admiti as ofensas e as culpas q lhe atribuíam, mais nenhum membro da família, nem piadas macabras de pai ou madrasta. Foram 7 anos em tempos periódicos de suas crises, mesmo menor eu conseguia internação em manicômio público e fiz amigos. Pra estudar na faculdade pedi aos irmãos e ao pai dela um revezamento de cuidados em suas casas. Foi dito que cada um tinha sua vida e a colocariam aos 48 anos de idade num asilo. Parei c minha família! Meu pai se negou a pagar a faculdade dominado pela madrasta dissimulada do tipo " Bruxa/Santa/puta". Parei c meu pai! Minha " filha" morreu. TODOS TEMOS HISTÓRIAS TRISTES. Aprenda a respeitar o outro. A SUA DOR NÃO É MAIOR QUE A MINHA E VICE-VERSA. ( Bora Quebrar?). #mâe

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