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"Enfrentarei de cabeça erguida", diz cunhado de Ana Hickmann sobre processo

Manuela Scarpa/Brazil News
15.mai.2016 - Ana Hickmann posa com o filho ao lado do marido, da irmã e dos cunhados Imagem: Manuela Scarpa/Brazil News

Do UOL, em São Paulo

18/07/2017 12h03

O cunhado da apresentadora Ana Hickman, Gustavo Henrique Bello Correa, agradeceu o apoio que vem recebendo após a Justiça de Minas Gerais decidir pelo prosseguimento do processo que o investiga por homicídio doloso.

Em maio do ano passado, Rodrigo Augusto de Pádua atentou contra Ana Hickmann em um hotel em Belo Horizonte e acabou sendo morto pelo cunhado da apresentadora.

"Fiz o que tinha que ser feito para salvar minha família e me manter vivo", disse Gustavo em post publicado no Instagram. "Meu muito obrigado a todos que estão me dando força e indignados: famosos, anônimos e pessoas que nunca vi na vida", agradeceu.

"Confio na justiça. Seja qual for a decisão, enfrentarei de cabeça erguida. Se a lei é absurda, precisamos trabalhar para mudá-la para que a vítima não vire réu, é por isso que vou me empenhar quando tudo isso acabar", declarou ele. O marido de Ana Hickmann, Alexandre Correa, saiu em defesa do irmão: "Isso é uma vergonha... Tem que mudar as leis desse país urgente. Estamos com você".

O advogado de Gustavo alega legítima defesa, mas as alegações não foram acatadas pela juíza Âmalin Aziz Sant'ana, responsável pelo processo, que determinou o prosseguimento das investigações do caso. As audiências de instrução do processo ainda não foram marcadas.

Pela decisão, publicada no Diário do Judiciário de segunda-feira, a juíza determinou o prosseguimento do processo. "Afasto, nesse momento, as alegações da Defesa, ratifico o recebimento da denúncia e dou prosseguimento ao feito”.
 
A argumentação dos advogados de Correa foi de que ele agiu em legítima defesa. Na peça de defesa de Correa, os advogados alegam que “quem age em legítima defesa não comete crime. Então, não tem por que ser condenado. E por isso, teria o arquivamento do caso”.
 
O cunhado da apresentadora foi enquadrado pelo MP (Ministério Público) no Artigo 121 do Código Penal, que prevê reclusão de 12 a 30 anos por homicídio qualificado. A denúncia é contrária ao que a PC (Polícia Civil) apontou em investigação. Em 17 de junho, o delegado responsável pelo caso, Flávio Grossi, pediu o arquivamento do inquérito alegando que o cunhado da apresentadora teria agido em legítima defesa.
 
Grossi sustentou ainda que o atentado sofrido pela apresentadora foi planejado por Pádua em todos os detalhes, dos locais de abordagem até a escolha da arma do crime. Pádua foi morto com três tiros na nuca, depois de luta corporal que teria durado cerca de 8 minutos, de acordo com o promotor.

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