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Bruna Marquezine diz ter medo de carreira ser ofuscada por vida pessoal

Iwi Onodera/Brazil News
Marquezine deu exemplos de assuntos que não gosta de falar por achar pessoal demais Imagem: Iwi Onodera/Brazil News

Felipe Abílio

Do UOL, em São Paulo

16/08/2017 15h22

Na televisão desde os sete anos, e com personagens marcantes ainda na infância como Salete de “Mulheres Apaixonadas”, Bruna Marquezine é um dos grandes nomes da nova geração de atrizes da Globo, mas também uma das mais expostas na mídia. Um dos motivos foi o namoro com o jogador Neymar, que acabou em junho. Aos 22 anos, a atriz revelou que tem medo de que o público só queira saber de sua vida pessoal e perca o interesse em seus trabalhos.

“Sempre tenho medo, tento manter a minha vida pessoal o mais reservada possível porque não gosto de falar que sou uma pessoa pública. Tenho um trabalho como qualquer outra pessoa, a diferença é que tenho um pouco mais de visibilidade, entro na casa das pessoas, então acho que confundem um pouco isso. Mas sou uma pessoa normal quando saio na rua, não tem diferença alguma”.

Bruna diz que entende o interesse das pessoas na vida alheia e que também se pega fazendo isso às vezes, mas que quer compartilhar apenas o lado profissional com o público.

“A minha vida pessoal não tem nada a acrescentar à de ninguém. Entendo que o ser humano tem um interesse muito grande na vida do outro, porque eu tenho também e tento me policiar quando me vejo fazendo isso, mas a gente tem que saber respeitar a privacidade do outro. Acho que as pessoas confundem o fato de ser atriz com o ‘tenho que [expor]’, mas escolhi não expor e não dividir minha vida pessoal. É uma maneira de eu me proteger também porque não tem só gente no mundo que deseja nosso bem".

A atriz citou o término do namoro com o jogador Neymar como exemplo de assuntos que não gosta de debater durante uma entrevista e explicou o motivo: "Quando você tem uma coisa muito preciosa não sai espalhando por aí ou quando você briga com a sua mãe não entra num ônibus gritando isso. É essa a sensação que tenho quando me pedem: 'Fala aí do término’ e penso: ‘Mas eu não conheço você, por que que tenho que falar de uma coisa que é tão pessoal, que só faz sentido para mim?’ Por isso sempre preservei minha vida, meu amigos, minha família. Quero divulgar minha carreira e os projetos que eu apoio”.

Com milhares de fã-clubes espalhados pela internet, Bruna voltou a dizer que se preocupa muito com grupo de fãs que passam dias e noites fazendo plantões e monitorando tudo que ela faz nas redes sociais.

“Tento ser a mais real com essas pessoas porque me sinto muito culpada. Entendo o quando eles são importantes e o quanto eu sou grata pelo carinho, mas não acho legal pegar meu celular e gravar 'amo vocês' porque isso não é verdade, não conheço essas pessoas e elas não me conhecem de verdade. O público que me acompanha nas redes sociais é muito jovem, tem muita coisa pela frente e não me sinto bem sabendo que tem meninas que viram noites e dias para saber o que curti ou deixei de curtir nas redes sociais", disse.

"Essas meninas têm que viver as experiências delas e não ficar acompanhando as minhas. Sou uma menina igual a elas, vivendo, acertando, errando. Quando encontro, tento trocar uma ideia legal, mas não tento incentivar a adoração, porque quando vira uma coisa obsessiva não é legal."

Missões com refugiados

Roberto Filho/Brazil News
Bruna diz ter achado sua causa ao trabalhar com crianças refugiadas Imagem: Roberto Filho/Brazil News
Há pouco mais de um ano, Bruna conheceu um projeto que cuida de crianças refugiadas no Brasil e diz ter encontrado sua "causa na vida" para ajudar.

“O que eu tenho para oferecer para a sociedade, porque como atriz tenho sim um papel importante e não é só o entretenimento, é saber o que fazer com a minha voz e minha imagem, divulgar as causas que apoio como a esse trabalho que venho fazendo com a IKMR, que é uma organização que cuida de crianças refugiadas."

Após o primeiro contato, a atriz decidiu se aprofundar um pouco mais e participou de uma missão na Jordânia e Líbano, no Oriente Médio.

"Conheci a ACNUR, Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados, e fiz a minha primeira missão para a Jordânia e o Líbano e continuamos fazendo esse trabalho. Estou esperando uma próxima brecha [na agenda] para fazer outra viagem”.

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