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Ex-diretor da Globo, Boni não afastaria Waack: "Obrigaria a pedir desculpa"

Ana Cora Lima

Do UOL, no Rio

13/11/2017 21h25

Ex-diretor da Globo, José Bonifácio Oliveira Sobrinho, o Boni, defendeu William Waack da acusação de racismo atribuída ao apresentador do "Jornal da Globo", num vídeo que viralizou e acabou provocando o seu afastamento

Boni ainda revelou que se estivesse no comando da emissora teria tomado posição.

"Eu conheço William há anos e sei que ele não é racista. Sei também do seu caráter, como muitas pessoas que estão lá [na Globo] sabem. Eu não o afastaria. Pelo histórico dele na emissora e pelo tom infantil da brincadeira, eu o obrigaria a fazer um pedido de desculpas", contou o ex-diretor no lançamento da "Biografia de Televisão Brasileira", dos jornalistas Flávio Ricco e José Armando Vannucci, no Rio, nesta segunda-feira (13).

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Há 20 anos afastado da televisão, Boni assumiu que não aprovou a decisão da emissora tomada pela pressão das redes sociais.

"Eu acho que o controle da conduta está cada vez mais forte, mas acho que a empresa deve tomar suas decisões e não se guiar pela opinião pública nem as redes sociais. É preciso ter coragem para assumir posições e certas vezes ficar a favor e outras vezes contra", explicou ele, que logo completou: "Sou extremamente contrário ao politicamente correto".

Terminando de escrever seu próximo livro de ficção, Boni entregou que em 2018 estará fora do Carnaval.

"Depois de muitos anos desfilando pela Beija-Flor, decidi ficar de fora. Sou um homem muito caro e como o prefeito do Rio [Marcelo Crivella] está economizando, eu não tenho como ir", brincou o ex-todo poderoso da Globo.

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