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Banhara revela que assinou contrato publicitário quando estava no hospital

Arquivo pessoal
Renata Banhara com Sidney Oliveira, o dono da Ultrafarma Imagem: Arquivo pessoal

Felipe Pinheiro

Do UOL, em São Paulo

17/01/2018 04h00

O drama de Renata Banhara, que ficou internada em diferentes ocasiões no ano passado para tratar de uma grave infecção bacteriana no cérebro, teve também seu momento de redenção. Ainda em tratamento para se restabelecer por completo, a modelo de 42 anos revelou ao UOL que a ajuda de um empresário está sendo fundamental neste momento difícil.

A ex-musa da banheira do Gugu assinou contrato com Sidney Oliveira, dono da rede de farmácias Ultrafarma, quando ainda estava no hospital. Estrela de uma campanha publicitária exibida atualmente na televisão, ela se emociona ao falar daquele a quem se refere como "anjo da guarda".

“O Sidney foi a única pessoa que me contratou [após a infecção]. Ele me contratou sem me conhecer. Foi por carinho. Nunca tínhamos nos visto e ele sabia que eu precisava de ajuda. Quando me contratou, eu não sabia nem se poderia fazer essa campanha porque estava num momento muito feio. Ele mandou me avisar que eu era contratada dele e eu não sabia nem se estaria viva. Ele falou que não se importava pois tinha muita fé na minha recuperação”, conta.

Banhara diz que todos os remédios que toma, “não são poucos”, são pagos pela empresa. “Ele [Sidney Oliveira] paga todas as minhas medicações, que são caríssimas. É um anjo da guarda e sem ele eu não conseguiria. Fui contratada por um período, mas os remédios pelo que eu entendi ele deixou em aberto... Eu me sinto protegida para sempre. Às vezes, eu chamo de sorte e em outras chamo de Deus... Acho que é uma mistura dos dois. Ele foi e é fundamental."

“Tenho uma foto que tirei com ele, mas nem pude dar o abraço que ele merecia e demonstrar toda minha gratidão”, diz.

A modelo não vê a hora de voltar a trabalhar plenamente, mas enquanto se restabelece aos poucos ela luta contra o medo e as sequelas tanto físicas quanto psicológicas que ainda existem. Em um dos períodos mais difíceis do ano passado, ela ficou com o rosto deformado e sentia muita dor. Banhara chegou a pensar em suicídio ao se ver deformada.

“O momento mais difícil é o agora, que é quando eu me recordo de tudo o que passei. Eu gostaria de ter amnésia, mas isso não é possível. Olho para trás e fico muito assustada com o que vivi. Ainda não estou bem. Tenho deformação, não como antes, mas em locais pontuais do rosto e me sinto muito fraca. Não posso fazer nenhum esporte porque o joelho dói muito, mas procuro ter uma vida normal. Dirijo pelo bairro e quando estou bem faço mercado, farmácia, banco e cuido da minha casa”, afirma.

“Eu vivo em alerta. Morro de medo da deformação. Assusta bastante. Hoje tem sido tudo melhor. Ela ainda volta, mas em pequenas partes do meu rosto. Às vezes ela me paralisa por completo. Essa bactéria gosta muito das juntas e para nos nervos... Sinto como se fosse uma dor reumática e travo. Mas visualmente estou muito melhor”, acredita.

Montagem/Divulgação/Record
Renata Banhara, antes e depois da paralisia facial Imagem: Montagem/Divulgação/Record
 

Apoio do Frank Aguiar: “Tenho respeito e gratidão”

Renata Banhara diz ter atravessado pelos momentos mais sérios de saúde sozinha, mas prefere não classificar como uma “batalha solitária”. Casada e mãe de dois filhos (Marcos, 19, e Breno, de 13), sendo o mais novo fruto do antigo relacionamento com Frank Aguiar, ela preferiu disfarçar seu sofrimento a fim de poupá-los.

“Quando fiquei doente o Breno foi morar com o Frank. O pai protegeu, blindou ele de informações. Ele ainda está morando com pai e aos finais de semana vem para minha casa. O pai me ajudou muito porque eu não tinha a menor condição. Passei mais tempo no hospital do que em casa. Ele foi muito participante com o filho e eu sou grata. Houve um respeito, mas só. A postura dele com o filho foi maravilhosa. É incontestável que o papel dele como pai foi importantíssimo”, diz ela, que teve um casamento tumultuado com o cantor e ex-deputado federal.

No hospital, Banhara proibiu a entrada de conhecidos. Era dos médicos e equipe enfermagem que ela recebia o apoio do qual precisava.

“As pessoas que me amam iriam sofrer muito. Eu estava deformada. Foi uma barra muito pesada. Eu pedi para o hospital bloquear a entrada de todos... As pessoas acharam que foi meu marido, mas fui eu mesma. Eu dividi muito com os médicos. Não gosto de visita quando estou doente nem de pedir ajuda. Acho que você fica com uma dívida. Não me sinto confortável. Os médicos eram as pessoas que realmente iriam me trazer a solução. Eu sou muito pragmática. Eles foram de um carinho ímpar. Passei meu aniversário no hospital e fizeram até festa para mim. Não foi uma luta solitária porque agreguei desconhecidos, como os médicos. Não me senti sozinha”, declara.

Renata, que se amparou na fé e não segue uma religião específica, deixa a emoção extravasar ao refletir sobre o seu maior aprendizado. “Eu aprendi o quanto eu sou forte mesmo em lágrimas. Agora estou chorando... Acho que a força pode vir de uma lágrima. E isso eu não imaginava”, diz.

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