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ONG critica Latino por causa de macaco: "Animal silvestre não é pet"

Reprodução/Instagram/latinooficial
Latino com o macaco Twelves Imagem: Reprodução/Instagram/latinooficial

Colaboração para o UOL

21/03/2018 17h25

A Organização Não-Governamental Ampara Silvestre, que luta pela defesa dos direitos e respeito aos animais, publicou em seu Instagram nesta quarta-feira (21) uma nota criticando o cantor Latino por tratar seu macaco, Twelves, que morreu atropelado na terça-feira pela manhã após fugir de casa, como um animal doméstico.

"Primeiramente gostaríamos de deixar claro que a morte do macaquinho também doeu em nós, mas não podemos deixar de nos posicionar sobre mais uma caso de animal silvestre tratado como pet. Twelves era um macaco prego. Que era vestido como humano, usava coleira, era tratado como uma criança. Seus instintos não eram respeitados, sua liberdade lhe foi tirada, ou melhor, nunca teve direito a ela. Nasceu para ser status", diz o post.

Segundo a instituição, não importa as condições financeiras do dono, nada substitui a vida do animal em seu habitat ou muda seus instintos. Além disso, foi lembrada a primeira vez que Twelves fugiu da casa de Latino, em julho de 2017:

"Já era a segunda fuga do macaco prego, ambas foram na mesma região, local de mata. É evidente que ele sentia a necessidade de um contato maior com a natureza e liberdade. Entendemos o encanto que os animais causam nas pessoas, mas isso não lhes dá o direito de tê-los. Compartilhem informação. Silvestre não é pet! Seu lugar é na natureza e podermos vê-los em seu habitat natural é inigualável".

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