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Valentina Francavilla deixa hospital com filho e revela "trauma" de cesárea

Arquivo pessoal
Valentina Francavilla comemora nascimento do primeiro filho Imagem: Arquivo pessoal

Paulo Pacheco

Do UOL, em São Paulo

11/09/2018 21h59

Assistente de palco de Ratinho, Valentina Francavilla deixou maternidade do hospital Albert Einstein, em São Paulo, nesta terça-feira (11), três dias após dar à luz Giuseppe, primeiro filho do casamento com o empresário artístico Celso Bernardes. A atriz ítalo-brasileira ficou internada para se recuperar de uma cesárea necessária, mas não desejada.

"Eu queria parto normal de qualquer jeito. Tentamos indução, mas nada aconteceu. Na manhã seguinte, a doutora perguntou se eu queria continuar induzindo, mas pedi cesárea. No final, vimos que era bom, porque ele nasceu grande. Depois perdeu peso. A doutora falou que, se o parto fosse normal, ele poderia ter quebrado a clavícula, porque ele tem os ombros largos", explica Valentina ao UOL.

Peppe, apelido do bebê de Valentina, nasceu com 51 cm e 3,610 kg, mais magro do que os 4 kg que havia alcançado uma semana antes do parto. A atriz de 38 anos se sente bem após o parto, mas rejeitará cesariana se engravidar novamente.

"O problema da cesárea não é o pós-operatório, porque estou tranquila, tenho a cicatriz, ando para cima e para baixo. O problema é a anestesia, porque ela começa a paralisar da cintura para baixo, e essa sensação de não poder mexer o pé me deu um mal-estar, senti muita sede e fiquei meio 'grogue'. Fiquei com 'trauma' da cesárea, com medo, só por causa da anestesia. Se eu tivesse outro, tentaria parto normal", revela.

Valentina ficará 40 dias sem se exercitar e continuará afastada do "Programa do Ratinho", apesar da saudade de voltar à TV. Ela aproveitará o período para amamentar Peppe e enchê-lo de carinho e colo de mãe.

"Quando ele nasceu, foi uma sensação única na vida. Falavam para mim: 'Quando você for mãe, irá entender". Nunca imaginei que seria assim. Só quem já passou por isso sabe. Colocaram no meu colo, mas a ficha não caiu: 'Nossa, ele já está aqui'. Quando levavam para o berçário, sentia um vazio: 'Cadê ele que não está aqui?'. É uma sensação única, a melhor experiência da minha vida", descreve.