Chiquinho Scarpa diz que GPS em namorada era brincadeira: "Já terminamos"
Resumo da notícia
- Chiquinho Scarpa nega que tenha implantado chip de GPS para saber localização da namorada
- Conde explica que tudo não passou de uma brincadeira com a repórter durante uma entrevista feita em agosto do ano passado
- Chiquinho revela que ele a corretora de imóveis de luxo Luana Risério terminaram o romance em outubro de 2019
- O empresário afirma que as únicas pessoas que ele sabe a localização via aplicativo são suas irmãs, Renata e Fátima
- Apesar da fama de namorador, Chiquinho não está em busca de um novo amor
- Em 2020, o eterno playboy, de 68 anos, quer focar no trabalho
Chiquinho Scarpa foi parar nos assuntos mais falados do Twitter nesta quarta-feira (8) ao ter seu nome ligado ao implante de um chip de GPS na companheira, a corretora de imóveis de luxo Luana Risério, para saber a localização da moça em qualquer lugar do mundo que ela estiver. Ao UOL, o conde contou que a história não passou de uma brincadeira mal-interpretada e revelou já até ter terminado o romance.
"Terminei com Luana no dia 13 de outubro, de 2019. Dei essa entrevista em agosto, de 2019. Não entendi porque só publicaram agora. Já terminamos. A história começou quando a repórter disse que eu precisaria de um GPS para encontrar a Luana aqui em casa, de tão grande o imóvel é. E eu respondi brincando: 'Eu já implantei um chip nela'. Realmente não imaginaria que alguém pudesse acreditar nessa história", esclarece.
Apesar de ter terminado com Luana, os dois mantiveram uma boa relação. "Somos amigos ainda. Acabei de falar com ela inclusive", diz, ele que afirma não estar a procura de uma nova pretendente. "Não pretendo ter uma namorada por agora. Por enquanto, quero só trabalhar muito em 2020", justifica.

Segundo Chiquinho, as únicas pessoas que ele controla onde estão são suas irmãs, Renata e Fátima. "Mas as duas também não têm chips implantados. As localizo pelo aplicativo de celular mesmo. Essa é apenas mais uma daquelas brincadeiras que eu fiz e as pessoas acreditam", explica.

"Brinquei que fazia uma cerimônia cantando o meu hino todos os dias em frente à bandeira e no dia seguinte ela quis voltar para gravar. Passei a noite inteira procurando um hino que tocasse em uma corneta, porque já tinha uma. Coloquei um guarda com uma corneta na boca tocando o hino o tal hino, que não tinha nem autor e foi um sucesso. Ela reprisou umas três vezes no programa dela", relembra.
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