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Bruna Linzmeyer relata ter sofrido lesbofobia em anos de psicanálise

Bruna Linzmeyer faz desabafo nas redes sociais - Reprodução/Instagarm
Bruna Linzmeyer faz desabafo nas redes sociais Imagem: Reprodução/Instagarm

Colaboração para o UOL, em São Paulo

28/07/2021 23h53

Bruna Linzmeyer, de 28 anos, decidiu conversar com seus seguidores sobre temas em debate na comunidade lésbica em 2021 e fez um alerta aos seguidores a respeito do preconceito sofrido por lésbicas em consultórios de psicanálise.

Por meio dos stories, no Instagram, a atriz abriu a caixa de perguntas e respostas com o tema: "principais questões da comunidade lésbica em 2021". Ela, então, recebeu um desabafo de não haver conversas sobre saúde mental e sexual entre mulheres lésbicas.

Bruna Linzmeyer relata ter sofrido lesbofobia em consultório - Reprodução/Instagram - Reprodução/Instagram
Bruna Linzmeyer relata ter sofrido lesbofobia em consultório
Imagem: Reprodução/Instagram

Diante da mensagem, Linzmeyer relatou ter sofrido preconceito durante as sessões de terapia ao longo da vida.

"É sobre saúde mental, sim. Eu mesma já vivi anos de lesbofobia dentro de um consultório de psicanálise lacaniana. Em tese, terapia não é para ser preconceituosa, mas o mundo é, então, também temos que estar atentas a isso", declarou.

Bruna, ainda, aconselhou às mulheres a não temerem denunciar os profissionais. "Denunciem no CRP [Conselho Regional de Psicologia]", finalizou.

A atriz ainda aconselhou o uso de preservativo em qualquer relação sexual. "ISTs e preservativos entre lésbicas e/ou pessoas com vulva são uma imensa questão", concluiu.

Protesto contra pandemia

Em Cannes, na França, para assistir à estreia de "Medusa", longa da diretora Anita Rocha da Silveira em que viveu o papel de Melissa, Bruna Linzmeyer protestou contra a situação da pandemia do novo coronavírus no Brasil.

Durante passagem no tapete vermelho do evento, a equipe do filme — Bruna Linzmeyer, Mari Oliveira, Fernanda Thurann, Anita Rocha da Silveira, Felipe Frazão e Lara Tremouroux —, posou com um cartaz que dizia:

533.000 morreram no Brasil de uma doença para a qual já tem vacina.