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Julianne Trevisol explica separação do cunhado de Sandy: 'Não faltou amor'

Julianne Trevisol vive um fase de recomeços e se descobre como empresária na pandemia. - Márcio Farias/Divulgação
Julianne Trevisol vive um fase de recomeços e se descobre como empresária na pandemia. Imagem: Márcio Farias/Divulgação

Felipe Pinheiro

Do UOL, em São Paulo

02/09/2021 04h00

Julianne Trevisol passou por muitas mudanças desde o início da pandemia. Uma fase de recomeços, como ela define. Em um ano e meio, terminou o namoro com Amon Lima — cunhado da cantora Sandy —, trocou o Rio de Janeiro para viver no interior de São Paulo, em Campinas, e se redescobriu profissionalmente, mas sem deixar de lado a carreira como atriz.

Em conversa com o UOL, Julianne disse que aproveitou o período difícil de quarentena para "olhar mais para dentro", buscando por novas oportunidades. Começou a estudar gastronomia na Le Cordon Bleu (sim, a mesma do "MasterChef Brasil"), abriu uma marca de moda com a irmã e, há cerca de cinco meses, se separou.

"Era um relacionamento muito legal, com uma pessoa que já tinha namorado na adolescência e voltamos depois de 18 anos. Encerramos por objetivos de vida diferentes. E foi numa boa. Ficamos amigos, mesmo", afirma.

A atriz explica que não teve briga, e nem que o sentimento mudou. Ela diz que apenas as prioridades passaram a ser outras: "Tenho o desejo de construir um relacionamento mais maduro. Depois de um tempo de relação, é natural que a gente comece a pensar mais no futuro a dois, de construir uma família. Esse desejo existe da minha parte".

Não foi falta de amor. Foi uma questão de escolha mesmo. Quando entendemos que os objetivos eram diferentes, que ele não partilhava dos meus sonhos. A gente se respeitou muito.

Congelamento de óvulos

Julianne Trevisol congela os óvulos para realizar o sonho de ser mãe com tranquilidade - Márcio Farias/Divulgação - Márcio Farias/Divulgação
Julianne Trevisol congela os óvulos para realizar o sonho de ser mãe com tranquilidade
Imagem: Márcio Farias/Divulgação

Aos 38 anos, Julianne Trevisol quer muito ser mãe, mas não tem pressa. A atriz recorreu a um procedimento de congelamento de óvulos para realizar o sonho da maternidade.

"É uma forma de respeitar o tempo desse meu lugar de ser mãe. Quero muito ser mãe, mas não tenho pressa. Quero ter o tempo que eu achar necessário, entender qual vai ser o melhor momento para isso. Se eu estiver com um parceiro que queira partilhar desse desejo comigo. Se não tiver, vou repensar se quero fazer sozinha ou não", afirma.

Ela não sabe ao certo quando gostaria de ter um filho, mas prevê que pode ser daqui a três anos. Com o congelamento de óvulos, a atriz poderá decidir isso com segurança e mais tranquilidade.

Estou em uma das melhores fases da minha vida em todos os sentidos. Com mais equilíbrio emocional, de conseguir ter um pouco mais de sabedoria para fazer escolhas. Estou mais calma com os obstáculos da vida. Tudo tem seu tempo.

Nasce uma empreendedora

A experiência de empreender foi intensa. Isso porque, poucos antes do lançamento de uma esmalteria, o Ateliê Trevisol, ela foi surpreendida pelo início da pandemia do novo coronavírus. Mesmo assim, tocou o negócio, com atendimento em loja física.

"Vi muitos negócios fechando e foi importante conseguir manter", diz. Depois de um tempo, a marca passou por uma reformulação de proposta.

Vimos que a pandemia iria se estender e abrimos um outro braço, que é uma marca de tricô. Vamos abrir um novo espaço físico, em Campinas, e vendas pela internet, com e-commerce.

Enquanto isso, na TV...

Julianne Trevisol em "Gênesis", na Record TV - Reprodução/Instagram - Reprodução/Instagram
Julianne Trevisol em "Gênesis", na Record TV
Imagem: Reprodução/Instagram

Com a explosão de reprises na TV aberta, Julianne Trevisol apareceu em várias emissoras: "Totalmente Demais" (Globo), "Mutantes" (Record TV) e "Floribella" (Band). E gravou a primeira novela bíblica da carreira: "Gênesis", atualmente no ar pela Record.

"Adorei fazer. A Record encontrou um modo de produção e tudo é feito com dignidade, são bons diretores, equipe. Cada vez mais estão aprimorando. É uma casa onde sempre gostei de trabalhar. A personagem também foi muito desafiadora, porque eram três fases de idades diferentes", elogia.

Enquanto não volta aos palcos, ela pensa em ter um programa de gastronomia e até unir as vocações de cozinhar com dramaturgia. Mas avisa: nem passa pela sua cabeça deixar de ser atriz.

Jamais! Não consigo deixar o teatro nunca. É a minha essência! Só abri braços para coisas paralelas, mas a atriz está aqui.