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Record aceita fazer nova "A Fazenda", mas só com dinheiro na mão

Francisco Cepeda/AgNews
Justus diz que haverá "A Fazenda" em 2017, mas a conversa na direção é outra Imagem: Francisco Cepeda/AgNews
Arte/UOL
Flávio Ricco

Jornalista, passou por algumas das mais importantes empresas de comunicação do país, como Tupi, Globo, Record e SBT. Dirigiu o "Programa Ferreira Netto" e integrou a equipe do "SBT Repórter". Escreve sobre televisão desde 2003. colunaflavioricco@uol.com.br

Colunista do UOL*

01/07/2016 07h00

Apesar de em recentes declarações Roberto Justus ter garantido o retorno de “A Fazenda” em 2017, na Record, recomenda-se colocar as barbas de molho. Mas bem de molho mesmo.

A conversa entre os diretores da Record é bem diferente.

O preço da “Fazenda” é muito alto. Além dos custos de produção, que não são poucos, existem os cachês dos participantes, a necessidade de contratar centenas de funcionários ou de uma empresa para se responsabilizar pela sua realização. Sem contar outros gastos e o próprio prêmio de R$ 2 milhões.

O programa poderá até voltar, desde que completamente vendido. No vermelho ou correr o risco que será vendido, segundo pessoas importantes de lá, sem chance nenhuma.

*Colaboração José Carlos Nery

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