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Leo Dias


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Música sertaneja não para de perder força no Spotify

Divulgação/Randes Filho
Imagem: Divulgação/Randes Filho
Leo Dias

Leo Dias é jornalista e diretor-executivo do "TV Fama", da Rede TV!. Foi correspondente internacional da rádio portuguesa RDP, passou pelas TVs Bandeirantes e RedeTV! e apresentou um programa na rádio FM O Dia, líder de audiência no Rio de Janeiro, onde entrevistava políticos, jogadores de futebol, dirigentes e muitos artistas. Assinou uma coluna de celebridades no jornal "O Dia" e também esteve nos jornais "Extra" e nas revistas "Contigo", "Chiques e Famosos", "Amiga" e "Manchete". Apesar dessa experiência, sempre se definiu como repórter, tamanha paixão pela apuração da notícia e pela vontade em produzir conteúdos exclusivos. Polêmico, controverso e dono de uma forte personalidade, Leo conquistou um público cativo por dar notas explosivas e audaciosas num mundo artístico mais conservador. Seu lema: "A fama tem um preço estou aqui para cobrar".

Colunista do UOL

04/12/2019 10h03

Resumo da notícia

  • Em uma avaliação da playlist Top 50 do Spotify, verificou-se que as músicas sertanejas vem perdendo espaço na plataforma.
  • Acostumada a emplacar hits em várias posições, atualmente, o sertanejo tem apenas 19 canções na lista, sete delas de Marília Mendonça.
  • Leo Dias avalia que o ritmo precisa de renovação com novos nomes ou novos estilos dentro do mesmo segmento para não ter o mesmo fim que a Axé Music.

Algo de estranho acontece na música sertaneja. Estranhamente, ela vem perdendo forças na principal plataforma de música, o Spotify, onde reinava absoluta. Na atualização desta terça-feira (3), referente ao dia anterior (2), só restaram 19 musicas dentro do Top 50, um número grande mas bem menor do que os sertanejos estão acostumados. E dessas 19 músicas, sete são da mesma pessoa: Marília Mendonça.

Um sinal de alerta começa a ser ligado. A renovação de nomes é necessária para a sobrevivência do gênero ou novos estilos dentro do mesmo segmento.

Com a Axé Music, o principal problema do ritmo foram as disputas internas entre os cantores - o que não acontece com o sertanejo - e a absoluta falta de renovação. Por isso, deu no que deu.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL

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