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Ricardo Feltrin

Netflix pretende declarar guerra judicial a quem usar a expressão "flix"

Reprodução
Logotipos da Sexflix e da Netflix, que alega que a produtora Brasileirinhas plagiou sua marca Imagem: Reprodução
Ricardo Feltrin

Ricardo Feltrin é colunista do UOL desde 2004. Trabalhou por 21 anos no Grupo Folha, como repórter, editor e secretário de Redação, entre outros cargos.

Colunista do UOL

04/05/2017 12h19Atualizada em 04/05/2017 16h59

Como mostra a notificação enviada à produtora Brasileirinhas, a estratégia da Netflix Brasil é declarar guerra a toda e qualquer empresa que produza conteúdo em vídeo que fizer uso da expressão “flix”.

Segundo advogados especialistas ouvidos pela coluna, para ter sucesso em sua empreitada a Netflix terá de provar que inventou essa expressão, que na verdade é uma “adaptação” da palavra inglesa “flicks” (filmes).

A coluna perguntou ao OuroPreto, escritório de advocacia que representa a empresa norte-americana no Brasil, se, além da Brasileirinhas, também seriam tomadas medidas contra outras empresas como a brasileira Flix Channel, que produz conteúdo em vídeo (presente em cinemas da rede Cinemark).

Não houve resposta.

O que é curioso é que o nome SexFlix já havia sido registrado no Brasil em 2005, dois anos antes de o serviço Netflix se tornar disponível nos Estados Unidos. O endereço www.sexflix.com também já tem registro no exterior, aliás.

Segundo registro de marcas, o nome SexFlix foi registrado no Brasil pela empresa Advanced VideoLocadora, mas depois foi abandonado, e agora adquirido pela Brasileirinhas.

A Netflix foi fundada em 1997, mas até 2007 só fazia entrega de vídeos e DVDs. O serviço de streaming só começou em 2007 nos EUA.

Leia mais: Brasileirinhas lança pornô com empresários, políticos corruptos e obras superfaturadas

@feltrinoficial

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