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Angélica grava piloto de novo programa, mas Globo veta plateia

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Angélica, 45 anos, em ação desde 1996 na Globo
Ricardo Feltrin

Ricardo Feltrin é colunista do UOL desde 2004. Trabalhou por 21 anos no Grupo Folha, como repórter, editor e secretário de Redação, entre outros cargos.

Colunista do UOL

12/09/2019 00h09

O nome ainda é provisório, mas Angélica Ksyvickis Huck começou a fazer os primeiros pilotos do programa que pode apresentar na Globo a partir de 2020, segundo esta coluna apurou.

A coluna também antecipou ontem que, embora a Globo não tenha batido o martelo, a atração autoral da ex-apresentadora do "Estrelas" caminha a passos largos na casa. O nome provisório é "Curva da Felicidade".

Nestes tempos de excesso de oferta de conteúdo e pouca grade disponível, o projeto de Angélica, 45 anos, está numa fase que pode ser até considerada bem avançada.

Ela apresentou o projeto no ano passado, e, grosso modo, ele está na categoria "em andamento" —o que por si já é raro na Globo.

A ideia inicial era a de um programa adulto, noturno, e com plateia. Os dois primeiros itens teriam sido aprovados pela emissora.

A plateia, no entanto, até o momento da publicação desta coluna, foi vetada —ao menos nos pilotos.

A apresentadora está otimista com a produção, mas econômica nas informações.

Mulher do apresentador Luciano Huck, ela está na Globo desde 1996, onde apresentou, estrelou ou atuou de forma consecutiva por mais de 22 anos.

No ano passado, a emissora acabou com o semanal "Estrelas". Angélica quase que imediatamente apresentou o projeto de uma nova atração, que há mais de um ano vem passando por discussões e adaptações.

Desde então ela fez apenas participações especiais na TV, como no "Mais Você", "Domingão do Faustão" (Globo) e "Caldeirão" (Globo), "Vai Que Cola" (Multishow"); e no seriado "Detetives do Prédio Azul" (Gloob)

Filha de uma dona de casa com um ex-metalúrgico, também cantora, Angélica começou na publicidade como figurante e modelo ainda na primeira infância, pelas mãos e agência da lendária Tia Irany, da agência Prytt, de São Caetano do Sul (que também descobriu talentos como Rodrigo Faro).

Aos 13 anos virou apresentadora em rede nacional pela extinta TV Manchete, descoberta pelo também lendário diretor Maurício Shermann.

Ela estreou no comando de "Nave da Fantasia" em abril de 1987.

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Errata: o texto foi atualizado
No texto original foi publicado incorretamente que o programa "A Nave da Fantasia" foi apresentado por Angélica em 2007 (na extinta TV Manchete). O correto é o ano de 1987. A TV Manchete deixou de existir em 1999.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL