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Funcionários não aderem e fracassa ato contra a Globo em SP

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Ricardo Feltrin

Ricardo Feltrin é colunista do UOL desde 2004. Trabalhou por 21 anos no Grupo Folha, como repórter, editor e secretário de Redação, entre outros cargos.

Colunista do UOL

10/01/2020 12h28

"Serão demitidos caso venham".

Essa foi a justificativa de um dos sindicalistas envolvidos na organização do ato de processo em frente à sede da Globo, em São Paulo nesta sexta-feira.

O movimento protestaria contra mudanças nos planos de saúde da empresa e alguns de seus valores. Segundo o sindicato, isso prejudicaria todos os trabalhadores, com queda brusca de qualidade no atendimento médico de funcionários e seus famíliares.

Por meio de nota enviada à coluna , a CGCom negou que as mudanças irão prejudicar o nível de qualidade de atendimento médico ou que ocorrerão quaisquer interrupções em tratamentos já em andamento.

O ato de protesto vinha sendo convocado havia mais de 20 dias em redes sociais e grupo de mensagem.

O objetivo dos manifestantes hoje era tentar impedir a entrada de funcionários da Globo em duas entradas.

Veja a íntegra da nota divulgada pela Globo, por meio da CGCom:

"Não haverá interrupção de tratamentos. O que acontece é que a Globo, como parte dos processos de busca de eficiência e evolução constante, dedicou os últimos 12 meses a estudar os pacotes de benefícios oferecidos pelas grandes empresas.

E, em linha com as melhores práticas do mercado, fez alguns ajustes no seu plano de saúde para continuar oferecendo uma das mais abrangentes coberturas.

A Globo está segura de ter chegado num modelo que resguarda o cuidado que historicamente tem com seus funcionários e familiares. Central Globo de Comunicação - CGCom."

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